Projeto de leitura

ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL ESTADO DA PARAÍBA


GESTAR II – Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar







“O DESAFIO DE FORMAR LEITORES NA EEF ESTADO DA PARAÍBA:


EXECUÇÃO DA TP3 PROGRAMA GESTAR II - GÊNEROS E TIPOS TEXTUAIS



Professoras responsáveis:


Joana D'arc Nascimento Nóbrega Lemos


Maria Sinhá Sousa de Melo


Miralva Ferreira Guedes Pereira



Crato-CE – dezembro - 2009


Considerações iniciais




Acreditamos que a leitura é fundamental para o desenvolvimento do raciocínio, da capacidade de pensar e argumentar do nosso aluno. Sabe-se que quanto mais se ler, mais domínio o sujeito tem sobre o texto escrito. Assim nos propomos trabalhar com diferentes textos, para que o aluno reconheça-os e seja capaz de “transitar” - lendo e escrevendo - por tipologias textuais diversas.


Segundo a afirmação de Moretto em seu livro Construtivismo, “O papel fundamental da escola é ajudar a preparar gerentes da informação e não meros acumuladores ou repetidores de dados. Ainda afirma que a escola eficaz é aquela que ensina a aprender a aprender, na medida em que o aluno é capaz de estabelecer relações significativas com a realidade social e com a realidade subjetiva.”


Dessa forma, ao trabalharmos os gêneros e tipos textuais em sala possibilitaremos um leque de informações variadas aos nossos alunos. A partir daí, eles serão capazes de interagirem com o texto e em seguida poderão argumentar e participar de assuntos sociais, políticos entre outros. Eles gerenciarão as informações desejadas e, não mais aceitarão informações prontas e acabadas como acontecia na escola tradicional.


Como falantes de uma língua, reconhecemos – e usamos – maneiras diferentes de organizar nossa fala cada vez que estamos em situações variadas. Essa organização é fruto de nossa competência sociocomunicativa, já que aprendemos a reconhecer e utilizar os inúmeros gêneros textuais. Sabemos também, que o falante depara-se como esses gêneros, mesmo antes de frequentar à escola. Cabendo a esta aproveitar o conhecimento intuitivo daquele, para sistematizar e tornar consciente o uso das variedades de textos com os quais ele se deparará no dia a dia.



NOSSO ALUNO NÃO LÊ. REALIDADE ESCOLAR QUE NECESSITA DE AÇÕES IMEDIATAS



O brasileiro está longe de ser o leitor ideal, apesar da célebre frase de Monteiro Lobato que diz “Um país se faz com homens e livros”, não se tomou, ainda, consciência da importância da leitura para o crescimento intelectual de um povo. Com os nossos alunos não ocorre diferente, eles não aprendem como deveriam aprender, simplesmente, por falta de leitura. A leitura na escola é feita como uma obrigação, os alunos leem não por necessidade ou por prazer, mas para cumprirem uma tarefa solicitada.


Os novos estudos linguísticos apontam para uma nova perspectiva na concepção de leitura. Não existe mais a leitura apenas de textos literários como outrora, atualmente, lê-se tudo, propagandas, anúncios, receitas e outros gêneros que sempre existiram, mas que não eram lidos em salas de aula.


A sociedade evolui e com ela a língua se renova. À medida que isso ocorre surgem novos gêneros que precisam ser reconhecidos e trabalhados pelos alunos. Assim, é interessante que o aluno seja instigado a ler aquilo que ele goste, para que num segundo momento ele esteja preparado para outras leituras. A leitura deve ser prazerosa e significativa para os alunos da Escola de Ensino Fundamental Estado da Paraíba. Por essa razão, nós professores sentimos a necessidade de mudança na nossa prática de leitura na escola. Surgindo esse projeto não como um fim, mas como meio de proporcionar momentos agradáveis de leitura que gestem bons leitores.


Temos a intenção de ampliar esse projeto para as outras turmas da escola, o que pretendemos, com isso, é formar uma escola de leitores


OBJETIVOS

l Compreender, em diversos níveis, textos diversificados (diferentes gêneros, que supõem diferentes esferas de uso da linguagem) em função de propósitos variados.


l Produzir alguns textos que fazem parte dos sistemas de gêneros mais vivenciados no dia a dia.

lMotivar o gosto pela leitura dentro e fora da escola

l Entender os saberes gramaticais necessários à compreensão dessa variedade de textos.





METODOLOGIA




Para iniciação aos estudos de gêneros textuais e o desenvolvimento dos conteúdos, serão realizadas as seguintes atividades:



è Uma conversa sobre a importância da Leitura;


è Uma enquete para saber a preferência individual de leitura dos gêneros textuais.


è Exposição dos gêneros textuais mencionados na enquete;


è Roda de leitura;


è Expressão oral e escrita;


è Expressões plásticas;


è Socialização das produções.



Para aprofundamento dos gêneros textuais:



è Sequências tipológicas: os tipos injuntivo e preditivo (TP3 págs. 110 a 113);


è Vocativo, verbos no modo imperativo e classes gramaticais;


è Gêneros textuais e sequências tipológicas (TP3 págs. 142 a 145);



Para desenvolvimento da compreensão leitora:



è Leitura e compreensão textual;


è Listagem de palavras do texto, agrupando-as conforme o valor semântico e/ou gramatical;


è Produção de anúncios, propagandas, história em quadrinhos, fábulas, charges e textos a partir de imagens;


è Reorganização textual, sequência lógica


RECURSOS DIDÁTICOS


  • Textos xerocados;

  • Fotos;

  • Imagens de revistas;

  • Cartolina, pincéis;

  • Slogan, anúncios e propagandas;

  • Papel ofício, lápis colorido.


PROCEDIMENTOS AVALIATIVOS

l Participação dos alunos nas atividades;

l Interação em grupo;

l Assimilação dos gêneros estudados;

l Reconhecimento do valor semântico e/ou gramatical das palavras dos textos;

l Produções individuais e coletivas



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II. Língua


Portuguesa: Caderno de Teoria e Prática 3 – TP3: Gêneros e tipos textuais.


Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2008. .



Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II. Língua


Portuguesa: Atividade de Apoio à Aprendizagem AAA3: Gêneros e tipos textuais. (Versão do Professor) Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2008.



Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II. Língua


Portuguesa: Atividade de Apoio à Aprendizagem AAA3: Gêneros e tipos textuais. (Versão do Aluno) Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2008


Momentos de estudo do 8º D


Gêneros Textuais: anúncio e propaganda















Momentos no Gestar II – Professora Miralva






Momentos de estudo do 8º B


Gêneros Textuais: Contos, cordel e memoriais











Momentos no Gestar II – Professora Joana D’arc












Momentos de estudo do 7º C


Gêneros Textuais: Crônicas











Momentos no Gestar II – Professora Sinhá










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apresentação do portfólio - gestar ll - l. portuguesa

APRESENTAÇÃO


CAROS COLEGAS



FALAR E OUVIR, LER E ESCREVER, EM LINGUAGEM VERBAL OU NÃO VERBAL, TUDO ISSO FAZ PARTE DO DIA A DIA DE QUALQUER PESSOA QUE TENHA A INTENÇÃO DE SE COMUNICAR NOS MAIS DIFERENTES CONTEXTOS E CIRCUNSTÂNCIAS.
E NINGUÉM MELHOR DO QUE NÓS PROFESSORES PARA SABERMOS QUE ISSO AS VEZES NÃO É TÃO FÁCIL.
AGUÇAR A IMAGINAÇÃO, AFLORAR EMOÇÕES, INFORMAR, PRENDER A ATENÇÃO, ESTIMULAR O ESPÍRITO CRÍTICO, CONTRIBUIR PARA A FORMAÇÃO DO ALUNO COMO LEITOR E PRODUTOR DE TEXTOS É A MAIOR FINALIDADE DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA - GESTA . SEM DEIXAR DE LADO O PRAZER DO NOVO E DO LÚDICO.
PARA DAR CONTAS DESSES DESAFIOS E PARA ESTUDAR MAIS PRAZEROSAMENTE A LÍNGUA PORTUGUESA IREMOS ENCONTRAR NESTE PORTFÓLIO TEXTOS DE DIFERENTES TIPOS E GÊNEROS: MEMORIAL, REFLEXÕES, REGISTROS REFLEXIVOS DAS FORMAÇÕES INICIAL E DO SEMINÁRIO DE ACOMPANHAMENTO EM FORTALEZA, RESENHAS CRÍTICA DE TEXTO LITERÁRIO E NÃO LITERÁRIO ( TEÓRICO), REFLEXÃO DAS OFICINAS DESENVOLVIDAS CONTENDO TEXTOS ANEXOS DOS ALUNOS CURSISTAS E FOTOS DOS ENCONTROS, LETRAS DE MÚSICA, POESIAS E OUTRAS ARTES, HISTÓRIAS, NOTÍCIAS, REPORTAGENS, CHARGES, RELATOS DE PROFESSORES CURSISTASE REFLEXÃO FINAL DO CONHECIMENTO OBTIDO DURANTE A FORMAÇÃO CONTINUADA.
COMUNICAÇÃO É INTERAÇÃO: DE MIM COM O TEXTO, DE MIM COMIGO MESMA, DE MIM COM O OUTRO E DE MIM COM UM GRUPO. POR ISSO, AS ATIVIDADES PROPOSTAS NESTE PORTFÓLIO SÃO BEM DIFERENCIADAS:ORA REALIZEI SOZINHA,ORA FUI CONVIDADA E TAMBÉM CONVIDEI A FAZÊ-LOS EM DUPLA, ORA EM GRUPO DE POUCOS COLEGAS, ORA EM UM PROJETO QUE ENVOLVEU A PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS EM SALA E QUE, FOI EXIGIDO QUE EU UTILIZASSE DIFERENTES LINGUAGENS.
O GESTAR É UM NOVO MODELO DE CAPACITAÇÃO E DE METODOLOGIA. UMA VIA DE MÃO DUPLA ENTRE TEORIA E PRÁTICA. O QUAL INOVA E SOBRETUDO NOS DÁ SUPORTE PARA ATUAR COM NOVAS ESTRATÉGIAS EM SALA DE AULA, ENTRE OUTROS ASPECTOS.
CERTAMENTE NÓS PROFESSORES - FORMADORA E CURSISTAS APRESENTADOS NO PORTFÓLIO PELA PRESENÇA DAS NOSSAS ATIVIDADES PROPOSTAS, APESAR DAS ADVERSIDADES GOSTAMOS DE SENTIR AS EMOÇÕES QUE O ENFRENTAMENTO DO NOVO OFERECE.



PROFª. FORMADORA : JOANA DÁRC DO N. NÓBREGA LEMOS
LÍNGUA PORTUGUESA
CREDE - 18

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Relatório do 1° Encontro Presencial Dos professores formadores 1° fase – Gestar II






















Inicialmente recebemos as boas vindas e fomos acolhidos pela coordenadora e professora do programa gestar no auditório do colégio Batista. Seguindo ainda o acolhimento fomos agraciados com a presença de um compositor e cordelista que nos alegrou com os seus versos.
O primeiro encontro presencial dos professores formadores do estado do Ceará para a formação do gestar II teve inicio no dia 29 de junho a 03 de julho de 2009 no colégio Batista em Fortaleza-CE.
A professora que ministrou a formação continuada chama-se Valquíria Bezerra. Ela veio da universidade de Brasília-DF junto a outros professores formadores para a realização das formações do gestar II que contemplam as disciplinas de português e matemática.
Inicialmente começamos com uma dinâmica bastante interessante a qual não conhecia “o barbante e seus três nós”. Cada nó um marco na vida profissional. Foi bacana porque todos tiveram oportunidade de conhecer sobre o outro e a si próprio, fatos que antes eram quase adormecidos, mas que foram marcantes. Após a dinâmica de socialização nos reunimos em grupo para discutirmos sobre o professor de língua portuguesa. Após respondermos aos questionamentos entregues pela professora o grupo apresentou para todos em forma de texto dissertativo.
2° dia: 30 / 06 / 2009 (manhã)
1° momento: Os grupos apresentaram as respostas das perguntas da atividade proposta do dia anterior.
2° momento: a professora espalhou vários tipos e gêneros textuais no chão da sala e pediu para cada equipe escolher três e descobrir o tipo ou gênero textual baseado em três perguntas básicas, as outras equipes teriam chance de descobrir. As perguntas encontravam-se na Pág.=74 da TP-3:
I) Quem escreve?
II) Para que ou quem?
III) Qual a finalidade do texto?
Nossa equipe escolheu os seguintes textos:
1° texto: Certidão de nascimento
Característica: documento/informativo/obrigatório.
2° texto: Bilhete
Característica: emotivo/declarativo/linguagem simples
3° texto: Boleto bancário
Característica: circula socialmente/linguagem técnica/linguagem informativa.
2° dia: 30 / 06 / 2009 (Tarde)
Estudamos e aprendemos a diferenciar: tipo textual e gênero textual.
Também ficamos conhecendo alguns gêneros emergentes.
Ex: Gêneros Emergentes
E-mail
Bate-papo/canal aberto
Bate papo virtual reservado
Aulas virtuais
Endereço eletrônico
Os que já existem
Carta pessoal/bilhete
Conversações
Conversações duais
Aulas presenciais
Endereço postal
OBS: Há uma grande heterogeneidade tipológica nos gêneros textuais.
3° dia: 01 / 07 / 2009 (manhã)
Dinâmica de socialização e interação: cordel
“O desmascaramento da América” (pergunta)
Esta na sua liberdade em carta aberta (resposta)
(pergunta com um titulo de cordel e responde com o verso de um cordel)
OBS: estimulamos com essa dinâmica o conhecimento e a habilidade para trabalharmos com o aluno questionamentos importantes como: Títulos, temas, provérbios, oralidade, coerência, coesão, improviso...

Atividade em grupo: (04 membros)
Criação de um cordel com tema livre
Oficina de xilogravura (isopogravura)
Execução da atividade:
Nossa equipe criou um cordel cujo titulo foi “gestar: um portal de conhecimento” o qual foi lido de forma bem descontraída. Também fizemos a capa de cordel. Criamos um feto lembrando assim a gestação - uma analogia com o gestar. Seguidamente assistimos ao filme: “Viva Maria” uma produção da SEDUC. (uma alerta contra o analfabetismo e alienações)
3° dia: 01 / 07 / 2009 (Tarde)
SLIDES: Propagandas com erros ortográficos ou interessantes de se ler e visualizar.
Lembrando que foi um momento bastante descontraído e interessante também. Pois a diversidade lingüística e cultural abrange todo país despertando assim nossa atenção e curiosidade para os outros modos de expressão da língua seja no falar ou no escrever.
A professora Valquíria mediou de forma bastante positiva e dinâmica a TP4 da página 42 a 44 elaboramos convites e construímos o planejamento de uma aula.Nos explicou sobre a divisão de cada TP. São quatro atividades e para cada duas sessões. pode-se executar uma oficina de 04 horas.
Dando continuidade aos estudos fizemos uma leitura compartilhada de um texto com palavras trocadas. Após planejarmos as aulas apresentamos em grupo. Um momento bastante proveitoso para todos porque após cada tema das apresentações das equipes havia sempre uma reflexão. Reflexões que levaram a discutir sobre a leitura punitiva. Como sabemos o papel primordial, fundamental da escola é ler e escrever. A qual precisa ser realizada dentro de um processo de socialização, prazerosa e compartilhada.
4° dia: 02 / 07 / 2009 (manhã)

Leitura de imagens: A professora Valquíria iniciou essa manhã do dia 02 com uma dinâmica em slide bastante interessante e que despertou muito a nossa atenção. Foram as imagens ocultas. Para encontrá-las e compreendê-las precisa-se observar bastante, pois as inferências partem do conhecimento de mundo, o conhecimento prévio que cada um adquire pelas experiências já vividas. Seguidamente através da leitura da fábula de Monteiro lobato- “Diálogo entre a Raposa e o Galo”, formamos uma discussão fundamental para o processo de leiturização que são os níveis de leitura como também discutimos sobre os três planos distintos na sua estrutura os quais o texto admite:
I) Estrutura superficial: O aluno identifica o narrador, personagem, o tempo, o cenário (nível literal)
II) Estrutura Intermediaria: onde os sujeitos entram em acordo ou desacordo que o é ponto de vista de cada um (nível interpretativo)
III) Estrutura Profunda: Onde é considerada abstrata, mas também simples (nível crítico)
Estudando a TP5 e conhecendo novos textos:
Texto 01: A insônia (lemos o texto por parte e através das nossas inferências e conhecimento de mundo discutimos a questão se era um homem ou mulher de que fala o texto. A professora Valquíria nos ajudou dando pistas.
Texto 02: o caso da secretária (Drummond)
Ao lermos o texto e fazermos as inferências cabíveis para o nosso entendimento do que achamos ser, concluímos antes do final que a secretaria era amante do patrão.Todas as pistas encontradas pressupostos levavam a esse desfecho.Nunca esperei ser o aniversario do patrão.Trabalhei em sala com os meus alunos da 8° serie e foi espetacular principalmente as inferências.
Texto 03: Leitura de imagens (slides)
(são faixas pressupostas com frases onde levantamos varias hipóteses para explicitar os pressupostos e os subtendidos presentes no conjunto da enunciação)
Texto 04: “Cada um é cada um” (imagens)
A estabilidade da palavra = Palavras são palavras (crônica de Celso Costa)
-Conversamos sobre o uso dos estilos:
(É consciente? É intencional?)
-Recurso estilístico:
(Aliteração/assonância/rima/ritmo/métrica/onomatopéia/repetição.)
Texto 05: Os diferentes estilos (Paulo M. Campos)
(A professora sugeriu que reescrevesse o texto escolhendo um estilo de crônica do Celso F. Costa)
Qual o seu estilo?
Né?/pense/ai/caipira/internetês/fofoca/adolescente/então/oxente...
Quem tiver a oportunidade de ler sobre os diversos estilos na palavra escolha o seu e desenvolva um texto. Fica bem legal!

4° dia: 02 / 07 / 2009 (tarde)
Estudamos os princípios da textualidade:
Texto Aceitação
Coerência Informatividade
Coesão Intertextualidade
Potencialidade Contexto (cont. imediato/cont. situacional)
Situcionalidade
1° Dinâmica: (TP5-Pág. 162) Avançando na prática:
(individual)
A criação de uma historia a partir de tema e titulo
Distribuição de papeis para os alunos
Escrever em papeis separados uma resposta para cada pergunta
· O que aconteceu?
· Onde aconteceu?
· Quando aconteceu?
· Quem foi os envolvido?
· Qual foi o desfecho da história?
Colocar as respostas em saco separadas
Retirar por sorteio uma resposta de cada saco
Escrever uma história
Interligar cada pedaço da história aos outros para meio de mecanismo de coesão
Leitura de textos produzidos
A professora Valéria proporcionou o estudo em grupo das seguintes TP3: TP4 TP5 (preparando as oficinas para o 1° encontro do curso)
2° Dinâmica: 1° momento das unidades 9 e 10 TP3 (em equipe)
Parte 01: 30 minutos
Parte 02: 50 minutos
Grupo 01: unidade 9/10 = TP3
Grupo 02: unidade 11/12=TP3
Grupo 03: unidade 13/14=TP4
Grupo 04: unidade 15/16=TP4
Grupo 05: unidade 17/18=TP5
Grupo 06: unidade 19/20=TP5
Junto à professora opiniões e dificuldades, discussões e trocas de opiniões, também outros questionamentos pertinentes as unidades de estudos das TPS foram debatidas, incentivando a participação dos colegas presentes e, sobretudo compartilhando idéias e inovações visando assim autonomia para essa formação a qual é apoiada por cadernos teórico-práticos e encontros presenciais. Valeu Valquíria pela forma como conduziu os trabalhos!
5° dia: 03 / 07 / 2009 (manhã)
Leitura do texto: “a gravidez da Amizade”
(Letícia Thompson)
-Após leitura compartilhada refletimos sobre o tema e percebi que muitas vezes existe a necessidade de abordarmos determinados assuntos para haver uma introspecção a qual nos ajudará muito (o texto acima) a viver e a conviver.
Apresentação das equipes:
As equipes as quais foram formadas na tarde anterior se apresentaram de forma bastante criativa. Cada uma explorou uma temática sugerida nas TPS e foi um momento para todos bastante construtivo.
Após a apresentação Valquíria falou sobre o portfólio a ser construído por nós. Um arquivo pessoal onde se pode visualizar as informações obtidas sobre a nossa trajetória durante a formação continuada. A seguir ela fez uma explanação da construção desse portfólio com o seguinte esquema:
1:Memorial
2:reflexão da 1° formação (fotos/atividade/cordéis/texto)
3: relato das oficinas(fotos/atividades)
4: resenha de uma leitura literária
5: resenha de uma leitura teórica
6:reflexão da 2ª formação
6: relatório de conclusão
5° dia: 03 / 07 / 2009 (tarde)
Continuação das explicações sobre as atividades vindouras. Claro que estou com muitas dúvidas sobre muitas informações, mas creio que na interação com os outros professores e em contato por e-mail com a professora Valquíria tudo irá ficar esclarecido. Para finalizar o encontro ainda em sala foram feitas algumas homenagens a professora. Nos despedimos cantando e agradecendo por tudo .Principalmente além do novo saber adquirido,as amizades vindouras frutos da formação .Após culminância dos trabalhos em sala fomos ao auditório assistimos no telão algumas fotos dos cursistas e professores em algum momento durante a formação.Também a presença do cordelista que nos acolheu no 1° dia.
Considerei a formação bastante construtiva. Muitos assuntos interessantes despertaram meu lado pessoal e profissional a ser melhor, e sobretudo a fazer melhor. Também sei que o novo a enfrentar não será tarefa fácil. O novo como sempre dá medo, receio, dúvidas. È preciso ter coragem para encarar essa nova fase “não há profissional e enfrentar os desafios inerentes dessa nova construção. Lembrando tão bem a epigrafe: montanhas sem precipícios!” Boa sorte a todos!



PROFESSORA FORMADORA: JOANA D’ARC NÓBREGA LEMOS

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RELATO DE OPINIÃO SOBRE O GESTAR





PARABENIZO A EQUIPE DE CRIAÇÃO DO PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR II, COMO A TODOS OS AUTORES, QUE CONTRIBUIRAM PARA A PRODUÇÃO DE TODO MATERIAL QUE ESTÁ SENDO UTILIZADO OU PROFESSORES E ALUNOS. O QUAL VEIO PARA BAPRIMORAR AS NOSSAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E PROFISSIONAIS, POSSIBILITANDO AO ALUNO, UM CONHECIMENTO DE CONTEÚDOS NÃO APRENDIDO ANTERIOMENTE, DE FORMA PRAZEROSA.
QUANTO AOS ENCONTROS DE FORMAÇÃO CONTINUADA ESTÃO SENDO CONDUZIDOS COM MUITO DINAMISMO, POIS A PROFESSORA FORMADORA JOANA D’ARC NOS REPASSA AS PRÁTICAS DE FORMA INTERATIVA, COM COMPETENCIA, DINAMISMO, CONSEGUINDO ENVOLVER TODA TURMA QUE DESENVOLVE TRABALHOS COLETIVOS E INDIVIDUAIS PARA SEREM APLICADOS EM SALA.







PROFESSORA CURSISTA:



ALZENEIDE OLIVEIRA ANDRADE SOUSA

( LICENCIADA EM LETRAS – PÓS GRADUADA EM L. PORTUGUESA

ALUNA CURSISTA DO GESTAR II )

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RELATÓRIO DO 5º ENCONTRO DA FORMAÇÃO CONTINUADA
DE LÍNGUA PORTUGUESA

GESTAR II


UM EPÍGRAFE NOS DESPERTOU PARA A IMPORTÃNCIA,O COMPROMISSO E O SUCESSO DESSE ENCONTRO,O QUAL ESTUDAMOS E PRATICAMOS OS CONTEÚDOS QUE CONTEMPLAM A TP5 (estilo/coerência/coesão).”SOMENTE A LEITURA ABRE AS JANELAS DO ENTENDIMENTO E DESPERTA DO SONO A SABEDORIA;”
BASEADO NA CITAÇÃO EXPOSTA PERCEBE-SE A IMPORTÃNCIA DA LEITURA NA BUSCA DE NOVOS CONHECIMENTOS PARA NOVAS PRÁTICAS. A TP5 CONTEMPLA UMA TEMÁTICA BASTANTE SIGNIFICATIVA PARA NÓS ENVOLVIDOS NO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM(professor/aluno)POIS PARTINDO DA IDEIA DE QUE PRECISAMOS RENOVAR NOSSAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS,BUSCAMOS NOVAS METODOLOGIAS PARA APLICARMOS RESGATANDO O NOSSO APRENDIZADO QUE FOI CHEIO DE REGRAS E DECOREBAS. TAMBÉM RESGATAMOS A AUTO-ESTIMA DO ALUNO PERANTE AOS NOVOS CONHECIMENTOS GARANTINDO ASSIM UM ENTENDIMENTO SATISFATÓRIO E SIGNIFICATIVO QUE É O PROPÓSITO DOS NOSSOS ESTUDOS O QUAL É COMPROMETIDO COM A APRENDIZAGEM DO ALUNO
E COM SUA PERMANÊNCIA NA ESCOLA .
NESSE SENTIDO FICOU ASSIM DESTRIBUIDO A AGENDA DESSE QUINTO ENCONTRO QUE OCORREU DIA 14/11/2009.
:
• SLIDE DE BOAS VINDAS:

MENSAGEM REFLEXIVA CUJO NOME “DIRECIONE” REFERE-SE A UM NOVO OLHAR QUE DEVEMOS TER DIANTE DAS COISAS QUE PRECISAM DE MUDANÇA


• DINAMICA DA SOCIALIZAÇÃO:
DIVIDIMOS A SALA EM DOIS GRUPOS; .O PRIMEIRO RECEBEU UM TEXTO COM O POEMINHA DE SERGIO CAPARELLI ”CAVALINHO”O SEGUNDO GRUPO DE PROFESSORES RECEBEU O POEMINHA DO VINÍCIUS DE MORAIS ”O RELÓGIO”, APÓS A LEITURA E ENSAIO COM BATIDAS DE PÉS E PALMAS ELES SE APRESENTARAM EXPRESSANDO CRIATIVIDADE NA LEITURA COLETIVA E NOS MOVIMENTOS CORPORAIS.
• ESTILO:


























TRABALHANDO ESTILOS (SLIDE), CONHECEMOS ATRAVÉS DAS IMAGENS VÁRIOS ESTILOS DE PESSOAS CONHECIDAS NA MÍDIA, E COMO ELAS FICARAM RECONHCIDAS PELO SEU ESTILO DE SER E DE SE EXPRESSAR NO MEIO EM QUE ATUAM. ASSOCIADO AO TEMA ESTUDAMOS ANALISANDO E DESCUTINDO OS SENTIDOS ATRIBUIDOS A PALAVRA “TEMPO” QUANTO AS SUAS SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS DE ESTILO NA MÚSICA “TEMPOS MODERNOS” DO CANTOR E COMPOSITOR LULU SANTOS E NA POESIA ROMANTICA “TEMPOS DE AMOR” DO POETA E COMPOSITOR CARIOCA VINÍCIUS DE MORAIS. SEM ESQUECER QUE TAMBÉM CANTAMOS ALEGREMENTE. PARA COMPLEMENTAR AS ATIVIDADES SOBRE ESTILO FOI SUGERIDO A TRANSCRIÇÃO DO TEXTO “DIFERENTES ESTILOS” DO AUTOR PAULO MENDES CAMPOS PARA VÁRIOS OUTROS ESTILOS APRESENTADOS AOS PROFESSORES CURSISTAS COMO: ESTILO AI/ ESTILO OXENTE/ ESTILO VIU/ ESTILO CAIPIRA/ ESTILO NÉ/ ESTILO INTERNETÊS/ ESTILO FOFOCA/ E ESTILO ADOLESCENTE. PRATICAMOS ESSA ATIVIDADE QUE FORAM APRESENTADOS EM DUPLAS.





































• COERÊNCIA:

PARA ESSE MOMENTO DESENVOLVEMOS ALGUMAS ATIVIDADES BASTANTE SUGESTIVAS E DINÂMICAS COM A FINALIDADE DE OPORTUNIZAR O PROFESSOR A TRANSPORTAR PARA O ALUNO UMA NOVA METODOLOGIA OBJETIVANDO SUA APRENDIZAGEM. PRIMEIRO TRANSCREVI O TESTE CLOSE DO AAA – ALUNO /PÁG 49 PARA QUE O PROFESSOR PUDESSE PENSAR, RESOLVER E DISCUTIR SOBRE A LEITURA LACUNADA COERENTEMENTE APÓS OBTER AS LACUNAS PREENCHIDAS CORRETAMENTE. EM SEGUIDA ESTUDAMOS TAMBÉM COERÊNCIA PROCEDENDO DA SEGUINTE FORMA: DISTRIBUI PARA OS PROFESSORES TARJETAS CONTENDO ORAÇÕES SUBORDINADAS DE CAUSA E CONSEQUÊNCIA, ENTÃO QUANDO ALGUÉM LIA UMA FRASE OUTRO PROFESSOR PROCURAVA NA SUA TARJETA A COERÊNCIA PARA DAR A RESPOSTA DE ACORDO COM O SENTIDO ATRIBUIDO. ASSIM ESTUDAMOS CAUSA E CONSEQUÊNCIA DE FORMA LÚDICA, DESCONTRAIDA E SIGNIFICANTE. AINDA INTERAGINDO COM O MESMO TEMA OS PROFESSORES PARTICIPARAM DE UMA DINÃMICA PARA LÁ DE DIVERTIDA .A MESMA PROCEDEU ASSIM: PARA ALGUNS PROFESSORES FOI ENTREGUE UMA TARJETA COM UM PROVÉRBIO ESCRITO. AO RECEBER ELE LIA E APRESENTAVA INDIVIDUALMENTE DEIXANDO PARA OS OUTROS , A TAREFA DE DESCOBRIR ATRAVÉS DAS SUAS MIMICAS, O SENTIDO QUE ELE QUERIA DAR AOS SEUS MOVIMENTOS PARA INTERPRETAR O PROVÉRBIO EM QUESTÃO, FOI UM MOMENTO BASTANTE ENGRAÇADO E DESCONTRAIDO. ALGUNS PROFESSORES REPRESENTAVAM DE FORMA COERENTE COM O PROVÉRBIO RECEBIDO. ENQUANTO OUTROS FICAVAM UM POUCO INIBIDOS DIFICULTANDO ASSIM A INTERPRETAÇÃO.













• COESÃO:

COMEÇAMOS NOSSOS ESTUDOS SOBRE O TEMA EXPLORANDO OS MECANISMOS DE COESÃO NA RECONSTRUÇÃO DE TEXTOS DO GÊNERO POEMAS QUE SE ENCONTRA NO TP5- PÁG.128/129 ‘’ A PESCA ‘’ / ‘’ O SHOW.” COMO ACONTECEU A PRÁTICA DAS ATIVIDADES ? PRIMEIRO OS PROFESSORES SE AGRUPARAM POR AFINIDADE , DEPOIS INICIARAM AS ATIVIDADES TRANSCREVENDO OS POEMAS PARA O GÊNERO PROSA UTILIZANDO QUANDO NECESSÁRIO OS LAÇOS COESIVOS. AS EQUIPES PRODUZIRAM TEXTOS BELÍSSIMOS E CHEIOS DE CRIATIVIDADE, POIS FOI O QUE DEU PARA PERCEBER NO ATO DAS APRESENTAÇOES GRUPAIS.
PARA A REALIZAÇÃO DAS PRÁTICAS DE ATIVIDADES FOI SUGERIDO AO PROFESSOR TRABALHAR COM OS ALUNOS ‘’ PALAVRAS QUE COLAM IDEIAS’’ (AAA5- PÁG: 66-ALUNO ) COMO UM SUPORTE A MAIS NA EXPLORAÇÃO DOS ELOS COESIVOS. UMA VEZ QUE O SABER SISTEMATIZADO É UMA VIA PARA O SABER PERMANENTE.



























• INTERVALO: ( ALMOÇO )

• TARDE NO CINEMA:

FILME = NARRADORES DE JAVÉ.
A TEMÁTICA DO FILME COMO SABEMOS É BEM INTERESSANTE E ABORDA TÃO BEM A IMPORTÂNCIA DA ESCRITA E DA LEITURA COMO RECURSO E PODER NUMA COMUNIDADE NÃO LETRADA, ONDE APENAS O PERSONAGEM PRINCIPAL ALÉM DE MUITO ESPERTO DESEMPENHAVA O PAPEL DE ESCRIBA. PORÉM JÁ ESTAVAMOS PASSANDO DAS 16 HORAS E ALGUNS PROFESSORES SÃO DE OUTRAS CIDADES E NECESSITAM DE TRASPORTES COLETIVO PARA RETORNAR. ENTÃO ELES NÃO PODIAM PASSAR DO HORÁRIO . PARA QUE TODOS TIVESSEM ACESSO AO FINAL, FOI SUGERIDO GRAVAR O FILME EM UM CD, O QUE JÁ ESTA SENDO PROVIDENCIADO PALA MAIORIA . ELES RECEBERAM UMA FOLHA CONTENDO QUESTIONAMENTOS SOBRE O FILME E EM SEGUIDA , APÓS ENTREGAR-ME A ANALISE DO FILME IRÃO APORTUNIZAR AOS ALUNOS A ASSISTIREM E ANALISAREM TAMBÉM.
PARA AS CONSIDERAÇÕES FINAIS REPASSEI A SEGUNDA FORMAÇÃO PRESENCIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA EM FORTALEZA..... SOBRETUDO AGRADECI AS PROFESSORAS SHIRLEY, ROSILENE E ANA VALÉRIA, PELOS SEUS PORTIFÓLIOS OS QUAIS SERVIRAM DE AMOSTRAGEM DOS NOSSOS ESTUDOS E ATIVIDADES, POIS CONTINHAM JUNTO AO MEU O DESENVOLVIMENTO E A CONSTRUÇÃO DOS NOSSOS TRABALHOS E APRENDIZADOS. TAMBÉM REPASSEI PARA TODOS A ATIVIDADE A SER CULMINADA EM DEZEMBRO QUE É A ELABORAÇAO E EXECUÇÃO DE UM PROJETO DE APRENDIZAGEM QUE PODERÁ SER CRIADO ENTRE OS PROFESSORES E AS COORDENAÇÕES PEDAGÓGICAS DAS ESCOLAS. SALIENTANDO QUE TODOS OS PROJETOS ESTARÃO EM CD PARA APRESENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DOS PROFESSORES CURSISTAS NO ÚLTIMO ENCONTRO DA FORMAÇÃO QUE SE REALIZARÁ EM FORTALEZA.

PROFESSORA FORMADORA: JOANA D’ARC NÓBREGA LEMOS

DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA

LOCAL DA FORMAÇÃO: E. E. FUND. ESTADO DA PARAÍBA

DATA DA REALIZAÇÃO: 14 DE NOVEMBRO DE 2009

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Crato (Ceará)

Crato (Ceará)
Município do Crato


"Princesa do Cariri"




Brasão
Bandeira desconhecida

Hino



Fundação
21 de junho de 1764 (245 anos)

Gentílico
cratense
Lema
Labore
Prefeito(a)
Samuel Vilar de Alencar Araripe (PSDB)
(2009 – 2012)

Localização








07° 14' 02" S 39° 24' 32" O07° 14' 02" S 39° 24' 32" O

Unidade federativa
Ceará

Mesorregião
Sul Cearense IBGE/2008[1]

Microrregião
Cariri IBGE/2008[1]

Região metropolitana
Cariri

Municípios limítrofes ao Norte o município de Farias Brito, Leste os Municípios de Caririaçu, Juazeiro do Norte e Barbalha, ao Oeste os municípios de Nova Olinda e Santana do Cariri e ao Sul os municípios de Exu e Moreilândia no Estado de Pernambuco.
Distância até a capital 588 km

Características geográficas
Área
1.009,202 km²

População
116.759 hab. est. IBGE/2009[2]

Densidade
114,0 hab./km²

Altitude
426 m

Clima
tropical

Fuso horário
UTC-3

Indicadores

Crato é um município brasileiro do interior do estado do Ceará. Localiza-se no sopé da Chapada do Araripe no extremo-sul do estado e na Microrregião do Cariri, integrante da Região Metropolitana do Cariri.
Fronteira com o estado de Pernambuco, a cidade situa-se no Cariri Cearense, conhecido por muitos como o "Oásis do Sertão". É a segunda cidade mais importante do Cariri em termos econômicos depois de Juazeiro do Norte, constituindo também um entroncamento rodoviário que a interliga ao Piauí, Paraíba e Pernambuco, além da capital do Ceará, Fortaleza.

História
A povoação de Miranda elevou-se à categoria de vila em 16 de dezembro de 1762, tendo sido instalada em 21 de junho de 1764 como Vila Real do Crato, no século XVIII, constituindo um dos mais importantes núcleos de povoamento na época colonial no interior do Nordeste. Ao longo de sua história, já recebeu as denominações de Missão do Miranda (aldeamento religioso tendo a frente o frei italiano Carlos Maria de Ferrara), Missão dos Cariris Novos, Aldeia do Brejo Grande e Vila Real do Crato, última denominação esta em homenagem ao município português de mesmo nome, segundo a mais aceita toponímia. Foi tornada cidade pela Lei Provincial nº 628, de 17 de outubro de 1853.

A Praça da Sé, no centro comercial da cidade, com a catedral ao fundo



Vista da rua Pres. Kennedy


Uma das muitas praças da cidade. Praça Alexandre Arraes


Centro comercial de Crato
Educação
A cidade conta com extensa rede educacional, tanto pública como privada e nos três níveis de ensino. Sua rede de ensino superior é formada pelas seguintes instituições: Universidade Regional do Cariri (URCA), Universidade Vale do Acaraú - Unidade Crato, Universidade Federal do Ceará (Campus Crato - ainda em fase de instalação), Faculdade Católica do Cariri e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Campus Crato.


Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti




Centro de referência turística, centro. Ao fundo, Chapada do Araripe


Crato à tarde
Arquitetura histórica


Catedral de Nossa Senhora da Penha
• Igreja da Sé (Matriz de Nossa Senhora da Penha - uma das mais antigas edificações da cidade)
Construção iniciada em 1745. Na Freguesia criada em 1762, inaugurada somente em 4 de janeiro de 1768, onde já existia uma capela sob a invoca invocação de Nossa Sra. da Penha, recebendo sua primeira reforma em 1897. Em 1911 com a construção da segunda torre tomou sua forma definitiva. O seu patamar foi palco dos ideais de liberdade dos republicanos da família Alencar no século passado, sob o comando do imortal José Martiniano de Alencar.



Estação da RFFSA, Desativada e hoje Centro Cultural em Crato
• Estação Ferroviária
A Estação Ferroviária do Crato foi inaugurada em 8 de novembro de 1926, pelo ministro da viação, Dr. Francisco Sá. Localizada em frente a uma praça de especial evidência na malha urbana cratense, o edifício, por sua condição de estação ferroviária foi construída afim de servir de abrigo temporário aos passageiros. Por ser uma realização da primeira metade do século XX este prédio reflete esteticamente um período de transição, contudo reproduz soluções do ecletismo arquitetônico. Protegido pelo Tombo Estadual segundo a lei n° 9.109 de 30 de julho de 1968. Aprovado pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural em 22 de novembro de 2004.


Seminário São José, no bairro Seminário
• Após as missões de 1862, o povo do Crato manifestou seu desejo aos Lazaristas de possuir um colégio para educação da juventude. Para isso foi organizada uma lista doações e memorial foi enviado ao Bispo do Ceará. Em visita Pastoral Dom Luiz Antônio dos Santos Bispo do Ceará, pode constatar o posicionamento estratégico do Crato, tendo em vista a localização geográfica para os Estados de Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rio Grande do Norte. Em agosto de 1874 o Bispo ordena Pe. Enrile que inicie a construção do Seminário do Crato. A fim de acompanhar de perto os trabalhos o Bispo do Ceará, passa uma temporada em Crato e em 7 de Março de 1875, vê funcionar as primeiras aulas em barracões de palha, enquanto se concluía a construção do imponente edifícil.


Cultura


Vista parcial do Vale do Cariri a partir do Clube Serrano, na vertente da Chapada do Araripe
A cidade conta com a tradicional Sociedade de Cultura Artística do Crato (SCAC). No mês no novembro, de cada ano, a unidade SESC da cidade promove uma mostra de teatro com companhias de todo país. Tem na banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto sua principal expressão de cultura popular, embora existam muitos outros grupos folclóricos. A cidade reúne pequenos festivais de tradições populares nordestinas. Há vários pontos turísticos, como o prédio da antiga estação ferroviária (um dos principais cartões postais da cidade), o Seminário São José, a Igreja da Sé e seu entorno, o museu histórico com várias peças do século XVIII e XIX e artefatos dos primeiros habitantes (os índios cariús), museu paleontológico (edificação mais antiga do Crato em cujo interior encontra-se fósseis de animais que viveram na região há milhões de anos) além das muitas atrações naturais, tais como a Floresta Nacional do Araripe, com suas densas matas, paisagens panorâmicas do vale do Cariri, fontes naturais e riachos (alguns ainda bem preservados próximo da encosta).
Educação
A cidade conta com extensa rede educacional, tanto pública como privada e nos três níveis de ensino. Sua rede de ensino superior é formada pelas seguintes instituições: Universidade Regional do Cariri (URCA), Universidade Vale do Acaraú - Unidade Crato, Universidade Federal do Ceará (Campus Crato - ainda em fase de instalação), Faculdade Católica do Cariri e Instituto





Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Campus Crato.



















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(criação de cordel)
GESTAR: UM PORTAL DE CONHECIMENTOS!





















I

Ao senhor peço licença
Pra esses versos escrever
Também peço a sua benção
Pros erros que eu cometer
Pois não sou nenhum poeta
Nem também pretendo ser!
II
Vim lá do interior
Aqui pra capitá
Assisti uma formação
Chamada de Gestar
Esse ministro da Educação
Na tem mais o que inventar!
III
Deixamos nossa cidade
Viemos todos pra cá
Se reunir numa sala
Para juntos estudar
Os conteúdos dos módulos
E a teoria praticar!
IV
Viemos de lá pra cá
Para um novo aprender
Já estamos quase banidos
Pra tudo compreender
Nosso cérebro está varrido
Buscando todo saber!
V
Entretanto nosso pená
Está valendo realmente
Pois aqui nesse gestar
Só temos ensinamentos
Estamos indo devagar
Sem perder nem um momento!
VI
É uma correria danada
Leitura pra todo lado
As equipes bem afiadas
dando conta do recado
Pois quem bota o pé na estrada
É pra pená um bocado!
VII
Espero que os professores
Tenham plena satisfação
De querer ser os doutores
Com os conteúdos em mão
Mais é preciso ser construtores
Dessa nova formação!
VIII
Obrigada pela simpatia
E o tempo dispensado
São vocês que avaliam
O trabalho apresentado
Agradeço a atenção
Presses versos tão suados!



Profª formadora de lingua portuguesa: Joana D'arc Nóbrega Lemos

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