Memorial de Joana D'arc

MEMORIAL DE JOANA ARC


"Não queiras ser.Não ambiciones.Não marques limites ao teu caminho.A Eternidade é muito longa.E dentro dela tu te moves, eterno.Sê o que vem e o que vai.Sem forma.Sem termo.Como uma grande luz difusa.Filha de nenhum sol".

(Cecilia Meireles)

SOU FILHA DO CASAL BÔANERGENS NÓBREGA MEIRA E AURY DO NASCIMENTO NÓBREGA, ELE MOTORISTA DE TRANSPORTE COLETIVO, ELA DEDICADA AO LAR.
NASCI, NA CIDADE DO CRATO INTERIOR DO CEARÁ NO DIA 23 DE JUNHO DE 1962, NUMA NOITE DE SÃO JOÃO E PARA SER CARACTERÍSTICO E TRADICIONAL A ÉPOCA JUNINA COLOCARAM MEU NOME DE JOANA D´ARC. SOU A PRIMOGÊNICA DE UMA FAMILIA COM SEIS IRMÃOS.

CRESCI EM UM AMBIENTE DE PESSOAS LEITORAS. DESDE PEQUENA LEMBRO MEU PAI SENTADO NUMA PREGUIÇOSA APÓS O ALMOÇO OU JANTAR LENDO OS FAMOSOS LIVROS DE FBI, ONDE TANTO COMPRAVA COMO TROCAVA, POR OUTRO LIVRO QUANDO JÁ TINHA LIDO. OUTRA LEITURA INTERESSANTE QUE CRESCI VENDO O MEU PAI PRÁTICAR FOI PALAVRAS CRUZADAS QUE POR, MUITAS VEZES COMPARTILHOU COMIGO TRAZENDO JUNTO AO SEU, ( EU PEGAVA O DELE ESCONDIDO E RESPONDIA ) O CAÇA - PALAVRAS MAIS SIMPLES CHAMADO “PICOLÉ” ( PARA INICIANTES ). HÁBITOS DE LEITURA QUE ELE CONSERVA ATÉ HOJE. MENOS PRESENTEAR – ME COM O CAÇA – PALAVRAS.

TAMBÉM LEMBRO QUANDO PEQUENA AS LEITURAS QUE A MINHA MÃE FAZIA ÁS VEZES EM SILÊNCIO, OUTRAS EM VOZ ALTA. ELA GOSTAVA DE TIRAR O OFÍCIO EM CASA, (UMA ESPÉCIE DE NOVENA) PARA ESSE FIM TINHA UM LIVRO PEQUENO DA CAPA GROSSA E PRETA QUE ELA SEMPRE CONDUZIA PARA LÊ – LO TANTO ENSAIANDO AS ORAÇÕES COMO NA HORA DE REZAR A SUA NOVENA. RELEMBRO EMOCIONADA QUE UM DIA ELA DEIXOU ESSE PRECIOSO LIVRO MUITO FÁCIL, EM CIMA DA CAMA E EU MUITO PEQUENINA AINDA, MAIS JÁ EXPRESSANDO AS PRIMEIRAS GRAVURAS DAS VOGAIS, OU ALFABETO RABISQUEI ALGUMAS PÁGINAS ESCREVENDO COM UMA CANETA AZUL. LIVRINHO ESSE QUE AINDA HOJE GUARDA COM MUITO CARINHO E SEMPRE LEMBRA A QUEM ESTÁ FOLHEANDO A FAÇANHA OCORRIDA. MAMÃE TAMBÉM FOI PROFESSORA DO ANTIGO MOBRAL E EU COSTUMAVA ACOMPANHÁ-LA Á NOITE A ESSAS AULAS TANTO PARA OBSERVÁ-LA COMO PARA FAZER MINHAS TAREFINHAS DA ESCOLA.


OUTRA LEITURA INTERESSANTE QUE ELA GOSTAVA DE PRÁTICAR, ERAM AS QUE TINHAM NOS CADERNOS DAS RECEITAS CULINÁRIAS. PRATICAR O QUE ESTAVA ESCRITO NESSE CADERNO CHEIO DE “RECEITAS” E ILUSTRAÇÕES, EU NUNCA VI, MAIS AINDA HOJE COZINHA COMO NINGUÉM. ELA É DONA DE UM TEMPERO INIGUALÁVEL. LEMBRO BEM QUANDO ELA FICAVA TRANSCREVENDO PARA SEU FAMOSO CADERNO DE RECEITAS AS QUE ELA ENCONTRAVA EM JORNAIS, CAIXAS DE PRODUTOS, RÓTULOS E RECORTAVA RECEITAS QUE ÁS VEZES VINHA EM CALENDÁRIOS. HAJA VISTA QUE EU NÃO POSSO ESQUECER AS FIGURAS COLORIDAS QUE ILUSTRAVAM TÃO BEM ESSE CADERNO TÃO PRECIOSO PARA ELA. TODA LEITURA É IMPORTANTE E DESDE QUE A EU ENTENDA ELA PASSA A TER UM SIGNIFICADO MUITO ESPECIAL PARA AS MINHAS INTENÇÕES. MEUS PAIS NÃO TERMINARAM O 2º GRAU, ELE POR COMEÇAR A TRABALHAR MUITO CEDO, ELA POR FALTA DE ESTIMULO DOS PAIS E POR QUERER CASAR CEDO.


MEU MUNDO LEITOR COMEÇOU NO SIGNIFICADO QUE EU ATRIBUIA AO MEU MUNDO DE FAZ DE CONTA. NUM UNIVERSO BASTANTE IMAGINÁRIO EM QUE EU ESTRELAVA SEMPRE COM AS BONECAS E BRINQUEDOS DE MARCA QUE MEU PAI TRAZIA PARA MIM PORQUE SEU PATRÃO OS DOAVA DE PRESENTE. NA MINHA INTERAÇÃO COM ESSES OBJETOS QUE TINHAM UM VALOR SENTIMENTAL ENORME, LEMBRO DA MINHA INGENUIDADE AO SENTAR AS MINHAS BONECAS A MINHA FRENTE, TRATÁ – LAS PELO NOME PRÓPRIO E DAR AULAS PRINCIPALMENTE DE PORTUGUÊS. EU PROFESSORA, ELAS AS ALUNAS, ONDE QUIETAMENTE ASSISTIAM TUDO, SEM PEDIR EXPLICAÇÃO DE NADA! ALÉM DE SER PROFESSORA, TAMBÉM FUI MÉDICA, CONSELHEIRA, MÃE E AMIGA CONFIDENTE DESSAS CRIATURINHAS QUE SEM SOMBRA DE DÚVIDAS AJUDARAM, JUNTO AS MINHAS AMIGUINHAS DE VERDADE A COMPOR O MEU MUNDO. MEU PRIMEIRO MUNDO O QUAL ACONTECEU PRA MINHA COMPREENSÃO PELA LEITURA QUE DELE AOS POUCOS FUI FAZENDO.


MEUS PRIMEIROS PASSOS RUMO AO MUNDO LETRADO ACONTECEU NA IDADE CERTA A ÉPOCA (SETE ANOS). MINHA MÃE SEMPRE SONHOU EM TER UMA FILHA PROFESSORA. ELA FALOU QUE ERA A PROFISSÃO MAIS BONITA NAQUELA ÉPOCA E ALMEJOU PARA MIM, QUANDO ME ENCAMIMNHOU PARA ESCOLA. ESTUDEI SEMPRE EM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DA CIDADE. A MINHA PRIMEIRA ESCOLA ONDE ESTUDEI DA 1º A 6º SÉRIE, FICAVA LOCALIZADA NO CENTRO DA CIDADE E SE CHAMAVA E.E.F. FRANCISCO JOSÉ DE BRITO, EM HOMENAGEM A UM POLÍTICO ILUSTRE DA CIDADE. TODOS OS ALUNOS USAVAM A TRADICIONAL FARDA (SAIA AZUL, BLUSA BRANCA). LÁ FOI UM UNIVERSO DE DESCOBERTAS EM VÁRIOS SENTIDOS PRINCIPALMENTE O DO CONHECIMENTO SOMADO AO PRÉVIO QUE JÁ LEVAVA COMIGO DO MEU UNIVERSO PARTICULAR. TAMBÉM APRENDI MUITAS COISAS INTERSSANTES. LOGO AO CHEGAR A ESCOLA OBSERVARAM QUE EU SABIA UM POUCO MAIS QUE A TURMA E ME TRANSFERIRAM PARA A 2º SÉRIE. A MINHA PRIMEIRA PROFESSORA SE CHAMAVA DONA NILDA. ELA ERA PROFESSORA DE PORTUGUÊS MUITO BONITA E SIMPÁTICA TAMBÉM. PERCEBIA QUE ELA TINHA UM CARINHO ESPECIAL POR MIM E SEMPRE ME ELOGIAVA QUANDO A MAMÃE IA AS REUNIÕES DE PAIS E MESTRES. AS PROFESSORAS SEMPRE APOSTAVAM EM MIM PARA APRESENTAR ALGUMA COISA EM DIAS FESTIVAS PRINCIPALMENTE DECORAR AS POESIAS PARA RECITAR NA OCASIÃO COMO TAMBÉM NOS TRABALHOS GRUPAIS EU SEMPRE LIA ALGO REPRESENTANDO A EQUIPE. POR SER ADIANTADA E INTERESSADA (DIZIA MAMÃE) GANHEI MEU PRIMEIRO LIVRO DE LEITURA LITERÁRIA CUJO TÍTULO ERA “DOM QUIXOTE E OS ESPANTALHOS”. UM LIVRO BEM ILUSTRADO ASSIM COMO A CAPA BEM COLORIDA. LEMBRO QUE DENTRE TANTAS AULAS MARCANTES, TANTO POSITIVAMENTE COMO NEGATIVAMENTE, DAS AULAS DE CIÊNCIAS DA PROFESSORA DONA SALETE. DONA SALETE ERA MOÇA VELHA, BEM MORALISTA, BRANCA, LOIRA, ANDAVA BEM PRONTA, E SÓ DAVA AULAS COM UMA HASTE DE METAL PARA EXPLICAR ALGO NA LOUSA. COMO GOSTAVA DE FALAR BAIXO O SILÊNCIO ERA REDOBRADO NAS SUAS AULAS. AS COMUNICAÇÕES COM OS COLEGAS ERAM FEITAS COM BILHETINHOS QUE ENTREGÁVAMOS AO COLEGA QUE SENTAVA AO LADO. (LEMBRA DA CARTEIRA DUPLA?). APESAR DA DESCRIÇÃO FEITA DA DOCENTE ELA ATÉ GOSTAVA DE AULAS COM ESTRATÉGIAS DE ATIVIDADES DIFERENTES DAS NORMAIS. CIÊNCIAS NÃO ERA MINHA MATÉRIA PREFERIDA, NEM TÃO POUCO MATEMÁTICA. PORÉM, O QUE TINHA DE ESPECIAL ERA A METODOLOGIA UTILIZADA. RELEMBRO DE UMA AULA ONDE O CONTEÚDO ERA SOBRE “OS PEIXES”, TINHAMOS QUE CRIAR PARÓDIAS E APRESENTAR EM GRUPO. FOI UM SHOW”! CRIAMOS A LETRA PARA UMA MELODIA, ARRANJAMOS QUEM TOCASSE VIOLÃO E ENSAIAMOS BASTANTE PARA FICAR BONITO NO DIA, POIS COMO TINHA COMPETIÇÃO, PRETENDÍAMOS GANHAR. QUE FOI EXATAMENTE O QUE ACONTECEU. COMO BRINDE, GANHEI UMA BÍBLIA PEQUENA COM UM BELO OFERECIMENTO QUE AINDA HOJE GUARDO COM MUITO CARINHO. NESSA ÉPOCA ESCOLAR, TÍNHAMOS AULAS DE FRANCÊS COM A PROFESSORA BASTINHA. UMA EXCELENTE PROFESSORA QUE MINISTRAVA MUITO BEM SUAS AULAS, POIS ALÉM DE BASTANTE EXTROVERTIDA ERA COMPETENTE NA SUA DISCIPLINA. CONSIDERO O FRANCÊS UMA LÍNGUA ELEGANTE, BONITA, POR ISSO SEMPRE QUE POSSO ASSISTO “MADALENA” ( LÊ - SE MADELAINE) NO CANAL FUTURA. E NAS SUAS AULAS ALÉM DO DOMÍNIO QUE TÍNHAMOS DE TER SOBRE OS CONTEÚDOS DADOS, TAMBÉM ÉRAMOS ARGUIDOS INDIVIDUALMENTE E ORAL. PARA UNS, UMA TORTURA, PARA MIM A REALIZAÇÃO DO MUNDO TODO AO PRONUNCIAR COM ESFORÇO E MUITO RISO AS PALAVRAS POR ELA ESCOLHIDA PARA ARGUIÇÃO. FORAM MUITAS AULAS BACANAS, ESPECIAIS E CHEIAS DE APRENDIZADO. MAS ESSA CITADA SOBRETUDO SE IDENTIFICAVA COM O MEU JEITO DE SER E PELA MINHA AFINIDADE COM O MEU LADO BEM HUMORADO DA VIDA. A BIBLIOTECA DA ESCOLA LEMBRO BEM, NÃO ERA UM LOCAL ATRAENTE OU VISITADO. ERA UM LOCAL QUE PARECIA TRISTE, SEM VIDA, POUCO ILUMINADO COM OS LIVROS BEM ARRUMADINHOS E MUITO POUCO FREQUENTADA.


ENTRETANTO CHEGOU O ÚLTIMO ANO DA PERMANÊNCIA NESSA ESCOLA, POIS LÁ SÓ TINHA ATÉ A 6º SÉRIE. TAMBÉM JÁ ESTAVA FICANDO UMA MOCINHA E FAZIA PARTE DO GRUPO DE ESCOLTEIROS CHAMADO “BADEN PAWER”; MENINAS ERAM CHAMADAS DE BANDEIRANTES. INICIEI COMO FADINHA, DEPOIS PASSEI PARA O GRUPO B1 E QUANDO FAZIA UM ANO QUE ESTAVA FAZENDO PARTE DO GRUPO B2 O GRUPO DE ESCOTISMO ACABOU. FOI UMA ETAPA MARAVILHOSA PARA MIM. CRESCI MUITO ENQUANTO SER. TÍNHAMOS MUITAS LEITURAS INFLUENTES SOBRETUDO SOBRE NOSSOS DEVERES, DIREITOS, VIRTUDES, PATRIOTISMO... E MUITAS AVENTURAS INESQUECIVEIS CHEIAS DE HISTÓRIAS PRA CONTAR DOS ACAMPAMENTOS E PASSEIOS PELA NATUREZA QUE FREQUENTEMENTE FAZÍAMOS.


DANDO CONTINUIDADE A MINHA FORMAÇÃO EDUCACIONAL ESCOLAR, FUI ESTUDAR NO COLÉGIO MUNICIPAL PEDRO FELÍCIO CAVALCANTE (NOME DADO EM HOMENAGEM AO EX-PREFEITO DA ÉPOCA). LÁ ESTUDEI DA 7º SÉRIE AO 3º CIENTÍFICO (ANTIGA NOMENCLATURA). UM NOVO COLÉGIO E CLARO UMA NOVA REALIDADE. NOVOS COLEGAS, NOVOS PROFESSORES E UMA NOVA TRAJETÓRIA A PERCORRER E VENCER. A ESCOLA TINHA A MELHOR BANDA DE INSTRUMENTOS MÚSICAIS DA CIDADE. QUANDO SE APRESENTAVA NA MARCHA DOS DIAS 7 DE SETEMBRO,SEMPRE TIRAVA O PRIMEIRO LUGAR. ERA UM SOM ENVOLVENTE, E DESDE QUE ENTREI NO COLÉGIO FIZ PARTE TOCANDO NOS PRATOS. VÁRIOS PROFESSORES FIZERAM PARTE DO MEU MUNDO LETRADO E DA MINHA FORMAÇÃO LEITORA. DENTRE ELES DESTACO TRÊS PROFESSORES FANTÁSTICOS E ADMIRÁVEIS QUE ME CONDUZIRAM A DESCOBRIR O ENCANTO QUE HÁ NAS LETRAS, NAS ARTES E NA LITERATURA. ATRAVÉS DA MEDIAÇÃO DESSES MESTRES, VÁRIOS TIPOS DE LEITURA TIVE OPORTUNIDADE DE FAZER. O PROFESSOR LUIS ANTONIO, UM RAPAZ FRANZINO, ALTO, MORENO, FOI MEU PROFESSOR DE PORTUGUÊS NA 7º E 8º SÉRIE. ELE TINHA COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA O HÁBITO DE EXIGIR DO ALUNO A PRODUÇÃO ESCRITA DE UMA REDAÇÃO SEGUIDA DA LEITURA EM PÉ E EM VOZ ALTA. BEM, PARA MIM ERA UM MOMENTO ESPECIAL LER MINHAS PRODUÇÕES JÁ QUE PROCURAVA ESCREVER BEM DIREITINHO E SEMPRE USAVA AQUELES DICIONÁRIOS DE BOLSO QUE PAPAI ME PRESENTEOU APÓS UMA DE SUAS VIAGENS. TODAVIA, PARA ALGUNS DOS MEUS COLEGAS, PRINCIPALMENTE OS MENINOS, AQUELE MOMENTO ERA UM VERDADEIRO TERROR. TINHA GENTE QUE SAIA GANHANDO DA FALTA DE HABILIDADE DOS COLEGAS EM SE TRATANDO DAS REDAÇÕES. EU RELEMBRO COM UM BELO DE UM SORRISO QUANDO UM COLEGA MEU CHAMADO CAMÕES (ELE TINHA O CABELO DO RAUL SEIXAS E QUASE 2 METROS DE ALTURA) PEDIU-ME PARA FAZER SUA REDAÇÃO SOBRE A ÁRVORE, QUE ELE ME PAGARIA O LANCHE NO RECREIO. FIZ A REDAÇÃO E ELE NÃO LEU ANTES. NA HORA DO RECREIO ELE CUMPRIU A PROMESSA. AO VOLTARMOS PARA SALA ERA AULA DE PORTUGUÊS. ENTÃO LI A MINHA E O PROFESSOR FOI CHAMANDO PELOS NÚMEROS. AO CHAMAR CAMÕES ELE COMEÇOU A LER , GAGUEJAR E ME CHAMOU DE LOUCA. DISSE QUE NÃO ESTAVA ENTENDENDO NADA E QUERIA O DINHEIRO DE VOLTA. O PROFESSOR MEDIOU A SITUAÇÃO E MANDOU-ME LER TAMBÉM A DELE QUE DIZIA O SEGUINTE SOBRE O TEMA: (INÍCIO) “COMO É ÚTIL A ÁRVORE ELA MERECE TODO CARINHO E GRATIDÃO. A ÁRVORE NOS ACOMPANHA DO BERÇO DE NASCER AO CAIXÃO DE MORRER! ...” ONDE ESTAVA A LOUCURA? BEM, FOI MESMO PROPOSITAL! MEDIANTE A IMPORTÂNCIA QUE DAVA AO ATO DE LER, O PROFESSOR INDICOU-ME A LEITURA DOS LIVROS: ”POLIANA MENINA E POLIANA. MOÇA” OUTRO PROFESSOR JÁ CURSANDO O 2º GRAU QUE MERECEU DESTAQUE NA MINHA CONSTRUÇÃO SER PENSANTE, ONDE TRANSFORMAMOS E SOMOS TRANSFORMADOS, FOI O PROFESSOR FELIX. UM NEGRO LINDO, QUE FALAVA BAIXO E MANSO, USAVA UM ÓCULOS QUASE REDONDO NA PONTA DO NARIZ E OLHAVA POR CIMA DELE. ALÉM DE UMA INTELIGÊNCIA BRILHANTE, ERA MUITO OBSERVADOR. ESSE PROFESSOU ME FASCINOU QUANDO ME LEVOU COM MUITA MAESTRIA PARA O MUNDO DA LITERATURA. LI VÁRIOS CLÁSSICOS DA LITERATURA BRASILEIRA INDICADOS POR ELE. ÀS VEZES A LEITURA ADQUIRIU SOMENTE O SABOR DE RECONHECIMENTO PARA ESTUDAR E RESPONDER QUESTÕES DAS PROVAS DE LITERATURA. PORÉM NA MAIORIA DELAS O PRAZER PELA LEITURA TRANSCENDIA MINHAS EXPECTATIVAS.


EMBORA TENHA TIDO PROFESSORES BACANAS, UMA SE DESTACOU PELO SEU JEITO IRREVERENTE DE SER. ALÉM DE UMA PROFESSORA HUMANA, AMIGA, SE GARANTIA EM SUA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS. ELA SE CHAMAVA DONA SOCORRO CORREIA (HOJE FALECIDA). DONA SOCORRO ME CONQUISTOU EM DOIS ASPECTOS. PRIMEIRO POR SER PROFESSORA DE PORTUGUÊS, DISCIPLINA QUE APRENDI A GOSTAR DESDE MUITO CEDO. SEGUNDO, POR ELA SEMPRE ACREDITAR QUE EU ERA CAPAZ DE FAZER O MELHOR ENTRE TODOS DA SALA. SUAS AULAS ERAM BEM DINÂMICAS, SOBRETUDO A METODOLOGIA QUE USAVA, FAZIA-NOS REFLETIR, QUESTIONAR SOBRE A LÍNGUA. APESAR DE GOSTAR MUITO DE GRAMÁTICA NÃO DISPENSAVA UMA BOA LEITURA LITERÁRIA.


DONA SOCORRO ERA ESPOSA DO DIRETOR DO TEATRO MAIS FAMOSO E RECONHECIDO TEATRO DA CIDADE CHAMADO “TEATRO RAQUEL DE QUEIRÓZ”. APÓS OBSERVAR O MEU JEITO DESCONTRAIDO DE SER, POIS ESTAVA SEMPRE A FRENTE DE QUALQUER ATIVIDADE ARTÍSTICA DA ESCOLA, ELA CONVIDA-ME PARA FAZER UM TESTE NO TEATRO. ENTÃO FIZ UM MONÓLOGO E ELE AVALIOU-ME QUANTO A LEITURA, EXPRESSIVIDADE E COMPORTAMENTO EM PALCO. DEU TUDO CERTO E FIZ ALGUNS ANOS DE TEATRO LÁ. ATÉ PORQUE DESDE CRIANÇA EU FAZIA NA ESCOLINHA DO TETRO DO SESI INCLUSIVE UMA PEÇA EM DOIS ATOS QUE ME MARCOU BASTANTE FOI “PLUFT O FANTASMINHA” DA AUTORA MARIA CLARA MACHADO, ONDE ENCENEI A PERSONAGEM DA “SENHORA FANTASMA” MÃE DO PLUFT. COMO SABEMOS O TEATRO NOS PERMITE CONHECER VÁRIOS TIPOS GÊNEROS TEXTUAIS. ATRAVÉS DA LEITURA VIAJAMOS NO MUNDO DE CADA PERSONAGEM DANDO-NOS VIDA. PERMITINDO TAMBÉM DAR A SI A OUTRA VIDA ATRAVÉS DAS EMOÇÕES, DOS SENTIMENTOS, DO PARALELO QUE VOCÊ PODE FAZER ENTRE O SER REAL E IMAGINÁRIO. A LEITURA É REALMENTE A MAGIA DO CONHECIMENTO.


DESSE MODO CONSIDERO QUE AS AULAS DE PORTUGUÊS FORAM DE EXTREMA IMPORTÂNCIA PARA MINHA FORMAÇÃO, INCLUSIVE ACADÊMICA E PROFISSIONAL. ENTRETANTO OUTRAS DISCIPLINAS COMO RELIGIÃO E GEOGRAFIA OS SEUS CONTEÚDOS NADA ME ACRESCENTARAM ENQUANTO ALUNA OU SER, CONCEITUANDO HOJE CONSIDERAVA “INÚTIL” NA ÉPOCA. GOSTAVA DO PROFESSOR DE RELIGIÃO ERA UM PADRE. ELE TINHA TAMBÉM A FUNÇÃO DE ORIENTADOR ESPIRITUAL NA ESCOLA ALÉM DE PROFESSOR. COMO ORIENTADOR ELE ERA CHEIO DE CONSELHOS QUE FAZIA-NOS REFLETIR SOBRE ALGO. PORÉM A DISCIPLINA E A METODOLOGIA UTILIZADA, NÃO ME DESPERTARAM PARA COISA ALGUMA. RELEMBRO DE UM LIVRO QUE LI E GOSTEI DEMAIS DO QUE ELE ME INDICOU QUE FOI O “DIÁRIO DE ANNE FRANK”. A INDICAÇÃO VALEU MUITO E AMEI. TER LIDO UMA HISTÓRIA TÃO FANTÁSTICA QUE ALÉM DE VERDADEIRA ERA EMOCIONANTE TAMBÉM. FOI UMA LEITURA QUE MARCOU O MEU ENSINO MÉDIO. ENTRETANTO, PENSO QUE SE AS AULAS DAQUELA ÉPOCA DE RELIGIÃO FOSSEM HOJE, DIANTE DA NOVA PROPOSTA INTERDISCIPLINAR, EU TERIA REINVENTADO AS AULAS, POIS IRIA PESQUISAR ASSISTIR A DVDS COM DOCUMENTÁRIOS, FILMES, ASSISTIR PALESTRAS, FAZER COLAGENS EM TRABALHOS EXPOSITIVOS E MUITO MAIS NÃO IRIA FICAR SENTADA, ROBÓTICA, SÓ ASSISTINDO. SEM ESQUECER QUE O INSTRUMENTO AVALIATIVO ERA SÓ A PROVA BIMESTRAL.


AO TERMINAR O ENSINO MÉDIO TENTEI LOGO VESTIBULAR PARA LETRAS NO INICIO DO ANO E NÃO PASSEI. ENTÃO INVENTEI DE FAZER O PEDAGÓGICO PARA NÃO SAIR DO COLÉGIO E CURSINHO PRÉ-VESTIBULAR. ASSIM, QUANDO TENTEI NOVAMENTE NO MEIO DO ANO DE 1984, PASSEI PARA O CURSO DE LATRAS QUE CONSIDERO UMA ESCOLHA MUITO FELIZ, POIS FOI UM CURSO BASTANTE SIGNIFICATIVO PARA MIM. GOSTAVA DEMAIS DAS DISCIPLINAS E AGRADEÇO A ESCOLHA, A INFLUÊNCIA DOS MEUS PROFESSORES DE PORTUGUÊS E LITERATURA QUE MUITO ME MOTIVARAM A ESCOLHER TÃO BEM ESSE CURSO.


REFLETINDO-ME AGORA SOBRE OS ANOS 80, FORAM ANOS BEM MARCANTES NA MINHA VIDA PESSOAL E COMO ALUNA ACADÊMICA DA FACULDADE DE FILOSOFIA DO CRATO - HOJE URCA. CONHECI MEU MARIDO, E DESSA UNIÃO NASCERAM TRÊS PRECIOSISSIMAS PÉROLAS QUE SÃO OS NOSSOS FILHOS MARAVILHOSOS - EMANUELA NASCEU EM 1986, HOJE TEM 23 ANOS FORMADA EM LETRAS (URCA) PELA MINHA INFLUÊCIA ACADÊMICA, E ALUNA DO SEXTO SEMESTRE DE PSICOLOGIA NA FACULDADE LEÃO SAMPAIO. O SEGUNDO FILHO É O FREDERICO, QUE APELIDAMOS DE FRED. FRED NASCEU EM 1989, HOJE TEM 20 ANOS E É ACADÊMICO DO TERCEIRO SEMESTRE DE DIREITO (URCA). EM SEGUIDA VEIO JÚLIA. ELA ESTÁ CURSANDO O 2º ANO DO ENSINO MÉDIO. O MOTIVO PELO QUAL CITEI OS MEUS FILHOS É PORQUE ELES TAMBÉM FORAM MOTIVADORES PARA QUE EU RENOVASSE OU CONHECESSE NOVAS LEITURAS, DESDE A GESTAÇÃO QUANDO ME VOLTEI PARA AS LEITURAS DAS REVISTAS “PAIS E FILHOS” DENTRE OUTRAS DO GÊNERO. QUANDO ERAM CRIANÇAS, VIAJAVA COM ELES AO MUNDO IMAGINÁRIO E FANTÁSTICO DAS HISTÓRIAS INFANTIS. ENQUANTO ESTUDANTES, NÃO ACOMPANHO AS ATIVIDADES E HOJE ME DECEPCIONO UM POUCO QUANDO LÊEM SOMENTE PARA ESTUDAR OU SE DEBRUÇAM NUM COMPUTADOR VIAJANDO NO MUNDO VIRTUAL ATRAVÉS DA INTERNET, ORKUTS, MSN, BLOGS, SITES ETC... NO MUNDO DE LEITOR DELES, A LEITURA DEVE SER AGRADÁVEL, POIS ESTÃO BUSCANDO AS QUE GOSTAM OU QUEREM APRENDER. TAMBÉM NÃO GOSTO QUANDO OS VEJO ESCREVENDO EM INTERNETÊS, MAS RESPEITO E EXPLICO-LHES QUE A LINGUAGEM DEVE ADEQUAR-SE AS SITUAÇÕES SÓCIO-COMUNICATIVAS.


AINDA PASSEANDO PELOS ANOS 80 COMO ALUNA UNIVERSITÁRIA, LEMBRO-ME QUE ENFRENTEI VÁRIAS LEITURAS DESCONTEXTULIZADAS E CAUSATIVAS. TAMBÉM TIVE AULAS EM QUE O PROFESSOR EXPLICAVA E NINGUÉM ENTENDIA NADA DOS CONTEÚDOS POR CONTA DA METODOLOGIA UTILIZADA. UMA CHATIAÇÃO PARA MIM TER QUE ASSISTIR AULA COM PROFESSORES QUE DISPENSAVA QUALQUER DIÁLOGO OU APROXIMAÇÃO COM O ALUNO. NO ENTANTO ASSISTIR OUTAS AULAS QUE ME FEZ CRESCER COM AS DESCOBERTAS DE LEITURAS BEM INTERESSANTE E DIFERENTES DO 2º GRAU. ENQUANTO ISSO EU ME ESFORÇAVA BASTANTE PARA ACOMPANHAR OS NOVOS CONHECIMENTOS PRESENTES NO ENSINO SUPERIOR BUSCANDO ALTERNATIVAS COMO GRUPOS DE ESTUDOS PARA SUPERAR A APRENDIZAGEM EM SALA, TIRANDO DÚVIDAS E FAZENDO INTERFERÊNCIAS EM VÁRIOS TEXTOS PARA OBTER A COMPREENSÃO E INTERPRETÁ-LOS PARA DEPOIS PRODUZIR ALGO DENTRO DAS TEMÁTICAS. UMA CONSTRUÇÃO PERMANENTE! TAMBÉM FUI ALUNA DURANTE OS QUATROS ANOS DE FACULDADE DE PROFESSORES FALTOSOS, SEM COMPROMISSO COM A DISCIPLINA OU COM A TURMA. PORÉM NA HORA DA AVALIAÇÃO PARA APRESENTAR UMA NOTA, ENTUPIA OS ALUNOS COM TRABALHOS E PROVAS COBRANDO CONTEÚDOS QUE NÃO EXPLICOU E EXIGINDO RETOTNO DE ALGO QUE OS ALUNOS NÃO ASSIMILARAM. PARA MIM DE FATO FOI O MAIS INUSITADO NO TOCANTE, ALGUNS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS. TAMBÉM PERCEBI QUE A METODOLOGIA APLICADA NÃO DIFERENCIAVA EM QUASE NADA DO 2º GRAU. PELO CONTRÁRIO, ELES SÃO MAIS PREOCUPADOS COM A APRENDIZAGEM DO ALUNO. PORQUE EU VINHA DE UMA FORMAÇÃO ESCOLAR DIFERENTE COMPROMETIDA COM HORÁRIOS DE ENTRAR E DE SAIR, O COMPRIMENTO DO TEMPO PEDAGÓGICO POR PARTE DOS PROFESSORES E TAMBÉM COM RELAÇÃO ÀS AULAS QUE PERCEBIA UMA FALTA DE COMPROMISSO TAMBÉM POR PARTE DE ALGUNS ALUNOS QUE ENTRAVAM E SAIAM TODA HORA E NINGUÉM OS CHAMAVA ATENÇÃO. POR CONSEGUINTE OS ALUNOS QUE PERMANECIAM NAS AULAS DOS PROFESSORES QUE ERAM CUMPRIDORES DO SEU PAPEL DE FORMADOR EDUCACIONAL CONSTRUIAM VERDADEIRAS OFICINAS DE INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM COM APRESENTAÇÕES DE DEBATES, SEMINÁRIOS, DISCUSSÕES COM ABORDAGENS EMBASADAS. NUM DESSES MOMENTOS DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM, CONHECI VÁRIOS FILÓSOFOS E SUAS TEORIAS. DENTRE ELAS REFLITO SEMPRE NA REFLEXÃO DO RENÊ DESCARTES: “PENSO, LOGO EXISTO!” É UMA CITAÇÃO TÃO CURTA PARA UM SIGNIFICADO TÃO GRANDE E DE DIFÍCIL ENTENDIMENTO PARA ALGUNS QUE LOGO DESISTEM DE PENSAR SOBRE O CONHECIMENTO DA EXISTÊNCIA. ASSIM, UMA LEITURA QUE PARA SER ENTENDIDA EU BUSCAVA LER VÁRIAS VEZES A MESMA PÁGINA. POR CONTA DESSA CONTEXTUALIZAÇÃO, UMA LEITURA MARCOU MINHA TRAJETÓRIA ACADÊMICA: “O MUNDO DE SOPHIA”. TAMBÉM CONHECI NAS AULAS DE SOCIOLOGIA COM A PROFESSORA VILANÍ VÁRIOS SOCIÓLOGOS COMO: KARL MARX, MARX WEBER, AS SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE UMA SOCIEDADE JUSTA E IGUALITÁRIA.


FIZ ESPECIALIZAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA ENTRE 1995/1996, MEU TRABALHO MONOGRÁFICO TEVE COMO TEMA “VARIAÇÃO DIALETAL”, POIS ME INDENTIFIQUEI MUITO COM AS DISCIPLINAS DE FONÉTICA/FONOLOGIA E LINGUISTICA. TAMBÉM AGRADEÇO A ESCOLHA DO TEMA AO INCENTIVO DOS PROFESSORES DAS REFERIDAS DISCIPLINAS CITADAS. QUE TÃO BEM CONDUZIRAM-ME E EMBASARAM-ME NA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA INDICANDO PARA REALIZAÇÃO DESSE TRABALHO AS LEITURAS NECESSÁRIAS.


PROFª FORMADORA DE L. PORTUGUESA: JOANA D’ARC N. N. LEMOS

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Relatório do 4º Encontro de Língua Portuguesa - Gestar II

RELATÓRIO DO 4º ENCONTRO DE LÍNGUA PORTUGUESA


GESTAR II










Iniciamos a formação de língua portuguesa lendo a seguinte citação apresentada no rodapé do cronograma: "Um professor influi para a eternidade, nunca se pode dizer até onde vai sua influência". Após a leitura acrescentei junto aos professores a importância do desempenho do nosso papel para o desenvolvimento de uma sociedade, de um país. Sobretudo na formação humana a qual precede a formação leitora , critíca, transformadora e consequentemente libertadora. Alguns dos professores presentes contribuiram com suas falas acrescentando seus pensamentos ao tema que estávamos abordando e antecipando ( o dia do professor) . De forma que num clima em que aos poucos foi se tornando sério ficamos refletindo sobre muitas das colocações apresentadas, principalmente o tamanho do nosso compromisso e responsabilidade diante do quadro que temos hoje. Pois o perfil do nosso aluno com tantas adversidades na sua realidade cotidiana só torna mais difícil a sua formação educacional, deixando-nos assim diante da conclusão do grupo, preocupados com o amanhã desse aluno .


A coordenadora Acilana , também assessora para assuntos técnicos durante as aulas preparou um cd para presentear cada professor homenageando-os pelo seu dia. Durante a distribuição disse-lhes o que tinha gravado no cd - apresentação do GESTAR II, o material institucional, as fotos da aula inagural, 1º / 2º / 3º encontros intercalados por textos reflexivos e música de Lecy Brandão " Anjos da Guarda".



Assim ficou distribuido o cronograma do quarto encontro de 8 horas, ocorrido no dia 10 de outubro de 2009, o qual contemplou a TP4 - unidades 15 " Mergulho no Texto e unidade 16 "A prod. textual, crenças teorias e fazeres ".


  • Boas vindas: Agradecendo a presença e parabenizando pelo seu dia.



  • Dinâmica nº 01: Uma tarjeta contendo um pequeno texto com o título:" Na mata ". Objetivo da dinâmica: encontrar dezeseis (16) animais.
  • Dinâmica nº 02: divisão das equipes a partir do animalzinho no cartão - escrevendo e lendo. O qual foi entregue acompanhado de um pirulito.

    • Criação de texto 01: Foi solicitado aos professores a criação de um texto com desenho a partir da seguinte frase escrita na lousa: " Animais se você ama uns por que come outros ?" As respostas foram diversas mas todos lembraram principalmente da questão cultural.( Quanto aos desenhos... é bom nem falar! Quanta habilidade!)
  • Leitura de imagem e prod. textual oral: A atividade consistiu em partir da leitura de mundo de cada um. O conhecimento que ele já adquiriu através de suas experiências. Então através das suas inferências ele fez a predição das imagens e foi construindo o seu texto oral sobre cada imagem apresentada em sala. Uma atividade muito interessante!






  • Para refletir: Por que meu aluno não lê? Criação de uma produção textual escrita em folha padronizada contendo o pensamento, as experiências e os questionamentos dos professores a cerca da pergunta feita.
  • Apresentação de slide: Estratégias de leitura. O slide mostra três tipos de leitura que podemos obter de acordo com o nosso objetivo proposto: 1º leitura - por prazer, 2º leitura - para estudar, 3º leitura - para se informar. Também mostrou em percentual o nível de pessoas leitoras no Brasil em relação a outros países. Por exemplo enquanto na França uma pessoa lê sete livros ao ano, os leitores brasileiros lêem apenas um livro.

  • Apresentaçaõ de slide - 02: Figuras ocultas. Foi um momento bastante descontraido e prazeroso. Nós nos divertimos demais com cada figura apresentada em tela. Os professores pareciam crianças! Estavam vislumbrados com o novo conhecimento e com a possibilidade de uma nova metodologia que pode ser aplicada em sala, pois além de dinâmica, divertida torna-se uma atividade interessante e curiosa. A atividade tem exatamente a intenção de instigar a curiosidade de quem olha a imagem buscando uma compreensão adequada. Assim é possivel obter uma resposta coerente com o que visualiza, diante dos seus conhecimentos e inferências feitas no processo de observação na leitura de imagem.

  • Intevalo:(almoço)

Iniciamos após o intervalo com as seguintes atividades:

  • Música de Osvaldo Montenegro ( lista )- Foi sugerido aos professores cursistas que escrevesse sua história de vida ( memorial) fazendo analogia entre o que aconteceu há dez anos atrás quanto aos seus sonhos, suas preferências, pessoas que amava, profissão e experiência profissional e ele hoje. Penso ter sido uma atividade bastante oportuna pois proporcionou aos professores uma abordagem para a execução do memorial que ele irá apresentar ao final do curso. Dessa forma á medida em que foram reletindo na música já citada foram respodendo as perguntas solicitadas. ( " EU, 10 ANOS ATRÁS - EU, HOJE").

  • trabalhar as inferências - Trabalhamos o processo inferencial em textos partindo do poema "vou me embora pra Pasárgada" do autor Manoel Bandeira.Em seguida foram entregues aos professores os seguintes textos inferenciais:
  1. vou me embora pra Pasárgada - música de Paulo Diniz
  2. vou me embora de Pasárgada - crítica do Millor Fernandes
  3. vou me embora pra Pasárgada - uma imagem criticando a justiça brasileira
  4. passagem pra Pasárgada - texto narrativo (autor desconhecido)
  5. passaredo - poema

Ao fazermos as diferentes leituras enfatizando a perspectiva da mesma temática para vários gêneros , percebemos o quanto é importante o aluno conhecer e compreender a multiplicidade de situações sociocomunicativas que ele encontra na vida diária e adquirir novos conhecimentos com as trocas de informações. A releitura dos textos acima é uma estratégia de leitura que também auxilia na motivação e aquisição no processo ensino e aprendizagem. Para esse fim vale ressaltar que os professores avaliaram o momento e elaboraram planos de curso como trabalhariam os textos em sala.

EQUPE 01-(charge, paródia, história em quadrinhos)

EQUIPE 02 - (roteiro turístico, mapa ilustrado)

EQUIPE 03 - (construção de uma maquete da cidade de Pasárgada)

EQUIPE 04 - (ativ. grupal = dramatização dos textos / ativ. indiv. monólogo)

Avaliação do encontro - A avaliação do encontro foi feita de forma individual onde foram avaliados cinco quesitos:

-professora formadora / material utilizado / sua aprendizagem / aplicabilidade dos conhecimentos / ambiente (ótimo / bom / regular )

Assim terminou o nosso encontro deixando-nos uma reflexão: "Seja qual for a forma de entender a leitura, não podemos deixar de considerar que ela é sempre um meio. Lemos sempre para alguma coisa: para saber mais, para nos alegrar, ela é sempre uma forma de nos entedermos e de nos situarmos no mundo - do universo familiar ao mais amplo."





  • PRFESSORA = JOANA D'ARC NÓBREGA LEMOS
  • DISCIPLINA = LÍNGUA PORTUGUESA
  • LOCAL DO ENCONTRO = E.F.ESTADO DA PARAÍBA
  • CARGA HORÁRIA= 08 HORAS
  • DATA DO ENCONTRO= 10 / 10 / 2009

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O Código Da Vinci

Resumo da Leitura do Livro Literário


Este livro busca através de uma trama de suspense policial levantar uma serie de especulações sobre a história da humanidade trazendo vários argumentos baseados em fatos históricos levantando uma possível conspiração e luta pelo poder que se data desde a época de Cristo.
Tudo começa com o assassinato do curador do museu do Louvre em Paris, que alem de um ser o curador do museu era secretamente o líder de uma ordem secrete ?O Priorado de Sião? , sua missão como Grã-mestre desta ordem era esconder e preservar um grande segredo da história da humanidade.
Curador do museu antes de sua morte brutal deixou pistas sobre este segredo para que sua neta, a qual não falava com ele há dez anos por que o pegou praticando sexo em um ritual de pagão a o qual ela não pode compreender.
Para ajudar a sua neta ele indicou um professor americano em sua mensagem ao qual ele mesmo não conhecia pessoal mente mas somente o trabalho do professor sobre historia antiga e simbolismos, o problema foi que a policia pensou que o professor fosse o assassino.
A neta do curador que por acaso era criptógrafa da policia francesa ajudou o professor a fugir dando inicio a uma perseguição pela cidade de Paris.
Entre fugas extravagantes e enigmas complexos nossos heróis chegam até um lorde inglês que era especialista em história antiga em especifico o santo grau e também era muito amigo do professor o professor e o Lorde dão uma aula sobre simbolismo pagão antigo para a neta do curador onde explicam através de vários fatos históricos uma complexa conspiração onde mostra a criação da religião católica, como escreverão a bíblia e ainda os fatos que foram suprimidos entre ele o principal seria que Jesus fora casado com Maria Madalena e esta não fora uma prostituta mas sim uma princesa da região da Gália, para onde fora levada por José de Arimatéia na época da crucificação.
O santo grau em si representa três segredos o primeiro seria onde estão os retos mortais de Maria Madalena, o segundo seria os documentos que provavam o casamento dela com Jesus, o terceiro seria os descendentes diretos de Jesus e Maria Madalena.
Os motivos pelos quais foram escondidos estes segredos a principio fora a necessidade de proteger Maria Madalena e seus descendentes, pois se Jesus era descendente do Rei Davi e Maria Madalena era uma princesa com certeza seus filhos teriam direito ao trono de Israel, o que seria uma seria ameaça a Roma.
O motivo que estes fatos não aparecem na bíblia foi que a bíblia como conhecemos hoje é uma edição romana e estes não poderiam na época atribuir descendentes ao filho de Deus pois ai o poder de adoração que deveria ser atribuído a Deus através da Igreja poderia ser atribuído a os descendestes diretos de Jesus e tiraria uma mística ou tabu sobre o sexo e a religião e conseqüentemente diminuiria o poder romano.
Depois de uma complexa aula de história e teorias de conspiração apoiadas em fatos e históricos que podem mudar completamente como a maioria da humanidade vê a própria história, temos mais cercos da policia, fugas extraordinárias e mais enigmas revelados até que o Lorde se mostra como o mandante dos assassinatos e em conseqüência vilão da história e uma reviravolta toma conta dos fatos e ai policia prende ele e o professor e a neta do curador do museu podem desvendar os segredos do Santo Grau ou melhor do sangue real.
No epílogo o Professor e a Neta do curador acham os restos mortais de Maria Madalena que está em uma pirâmide no museu do Louvre e os parentes do curador do museu que estavam escondidos ( a mulher do curador e o neto).
E tudo acaba bem com a família reunida e o segredo a salvo.
Este livro pode ser simplesmente uma obra de ficção de um autor com forte imaginação ou uma forma de trazer fatos de nossa história que a maioria das pessoas desconhecem e não podem compreender sem um nível de estudo mais auto, mas fato é que este livro é uma ótima leitura que pode dar horas agradáveis de lazer.
Sobre o fato da questão religiosa em momento algum a estória no livro questiona a fé cristã, mas de certa forma a reforça pois para os cristãos duvidar da humanidade de Jesus é como duvidar da sua divindade.

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A Importância do Ato de Ler em Três Artigos Que se Complementam. (Paulo Freire)

Resumo da Leitura do Livro Teórico



O assunto central do livro é a importância do ato de ler, considerando sempre que a leitura do mundo precede a leitura da palavra, a vivência de cada um e seu entendimento em relação ao mundo, são a base para que se aprenda a ler a palavra. Aquilo que o alfabetizando trás consigo de experiência, o conhecimento que ele adquiriu antes da escola, deve ser levado em consideração, na verdade a construção do conhecimento deve se dar a partir do que cada um já possui, desta forma a construção se tornará mais fácil e efetiva.
Sobre as questões das bibliotecas populares, Freire mostra a importância do professor como clareador de idéias, não como manupulador e agente neutro no processo de ensino-aprendizagem, a educação sistemática atua na produção da ideologia dominante, porém, ao mesmo tempo ela mostra a realidade em confronto com o discurso oficial.
Nesse contexto, a biblioteca popular se insere como meio cultural, sugerida numa perspectiva crítico-democrática, planejada para fornecer a relação entre a leitura do mundo e a leitura da palavra, e estimular os adultos pós-alfabetizados a criaremo seu próprio acervo cultural, através da pesquisa, sem com isso negar seu aspecto político e insento de neutralidade.
O texto ainda expõe as experiências de Freire como educador em São Tomé e Príncipe, na alfabetização de jovens e adultos, lá Freire trabalhou em parceria com o governo, o acessorando, retratando a história recente de um povo liberto recentemente, que precisa reconstruir sua pátria, o trabalho de Freire visa educar criticamente, sem desprezar a realidade.
Assim ele cria formas de facilitar essa criticidade como por exemplo os cadernos de cultura popular, usados no processo de alfabetização e pós-alfabetização, que trazem consigo a idéia de que se praticando se aprende

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Relatório do 3º Encontro de Língua Portuguesa

‘’Somos melhores sucedidos quando descobrimos quem somos e o que representa o conhecimento para nós’’ Foi norteada pela citação acima que elaborei o 3º encontro da formação de língua portuguesa. Encontro esse que nos oportunizou a novos conhecimentos principalmente no que se refere ao resgate da historicidade do processo da escrita desde os tempos das cavernas quando o homem primata começou a sentir a necessidade de se expressar através de desenhos até nosso sistema atual quando utilizamos a escrita nas mais situações sóciocomunicativas. Na medida em que fomos refletindo sobre o desenvolvimento da escrita , os professores foram interagindo com os seus saberes somados as leituras feitas e o ambiente foi se tornando um poço de diversidade cultural. Pois a partir das contextualizações feitas além de refletimos sobre o desenvolvimento da escrita , também refletimos sobre as diversas formas de representação e utilização da cultura letrada ;as suas funções e práticas no cotidiano e também relacionamos o letramento com a questão cultural local. Nessa perspectiva o professor pode suscitar no aluno o interesse por atividades comunicativas de escrita e leitura que desenvolvam diversas situações sóciocomunicativa compreendendo ,interpretando e produzindo em diferentes gêneros textuais e modos comunicativos (oral e escrito)O que aconteceu da forma bastante satisfatória nas práticas das oficinas realizadas no encontro o qual contemplamos a TP 4-unid.13- leitura /escrita e cultura e unid. 14-processo da leitura. Para contemplar a TP 4- nas unidades já apresentados eu e Cida Avelino, companheira constante, estudamos a sua elaboração de forma bem dinâmica,promovendo momentos de estudo individual e grupal. Também descontração com slides e textos interessantes pois a função metalinguista nos ajudou a entender todo processo para aquisição de conhecimentos para esse encontro de 8 h.(das 8h ás 16h).Sem esquecer que o famoso caldo com pão foi substituído por um gostoso almoço oferecido pela crede 18. O famoso baião de dois com pequi e seus acompanhamentos. Peculiaridades da culinária tradicional nordestina. A coordenadora Acilana ,também deu o suporte maior para construção do material a ser utilizado. Também nos enriqueceu com a sua presença e participação constante no desenrolar desse encontro, o qual nos oportunizou descobertas e reflexões sobre o que representa esses conhecimentos a mais nas nossas práticas pedagógicas. Assim ficou distribuido o cronograma do 3º encontro dessa formação continuada.

BOAS VINDAS:(agradecendo a presença lembrando o próximo encontro)

Apresentação do slide- abraço;(lemos o texto em voz alta acompanhado de fundo musical-‘’catedral’’- nos abraçamos ao final.





1º MOMENTO.

.Momento de relato de experiência – Foi um momento de troca de experiências e relatos sobre a vivencia e prática da nova metodologia utilizada na aplicabilidade dos gêneros textuais em sala .. Ouvimos os seguintes relatos:

Professora Rosilane : trabalhou com seus alunos A narração de contos. Ela relatou que a imaginação dos alunos foi fantástica com tantas idéias narradas que ela mesma se surpreendeu com tanta criatividade textual.Professora Quelma: Relatou que criou junto com seus alunos um baú imaginário e dentro dele haviam vários objetos colocados pelos alunos. Então cada um se levantava e se dirigia ao baú tirava um objeto imaginário e o descrevia.Professora Miralva: trabalhou com os alunos dos 9º anos o gênero artigo de opinião, charadas e lista telefônica. Também ressaltou que deu continuidade com os gêneros textuis no 8ºano trabalhando a criação de fábula após apresentar a estrutura da narrativa. como também a prática de escrever histórias em quadrinhos utilizando os seus signos lingüísticos para as situações de comunicação.Professora Ana Valeria: Assim como a professora Quelma Ana Valéria trabalhou textos descritivos Tanto a nível de descrição de pessoas como objetos, paisagens e animais. A Professora partiu do mundo prévio do aluno até o imaginário onde obteve interessantes produções textuais. .Dinâmica do cartão para divisões de equipes –(foram entregues cartões com mensagens e signos lingüísticos diferentes no verso para formação das equipes.Para cada equipe um símbolo .Leitura- iniciando nossa conversa TP-4. (leitura continuada feita pelos professores e intercalados por reflexões , experiências e questionamentos)momento de descontração:

-Slides das faixas pressupostas (assistimos observando cada faixa e fazendo nossas interpretações nas leituras de imagens e inferências também. Foi o momento mais divertido do encontro . Cada vez que líamos um texto era motivos para risos e reflexões sobre a língua escrita e falada quanto a sua diversidade lingüística e cultural. (Um momento rico)

-Leitura do texto= universidade inglêsa em slide ( outro momento bem interessante para aprendermos a construir a compreensão leitora, pois nos mostra que o mais importante é a leiturização – onde ler é compreender, entender seus significados e interpretá-los a partir do seu conhecimento prévio de mundo para outras situações sociocomunicativas.


EM EQUIPE = construção da mensagem –“crianças brincando na areia”. (cada equipe ficou com uma tarjeta contendo um parágrafo do texto acima. A construção desse texto tinha na sua estrutura vocabular letras e números.

1ª OFICINA:

PERGUNTA: A ANSIEDADE NA LEITURA ATRAPALHA ?( os professores se reuniram em equipes e receberam um texto diferente para cada uma. O objetivo foi comprovar através da leitura do texto se a ansiedade atrapalha e como os professores trabalhariam o texto em sala pois são textos que nos dão pistas para conclusões diferentes. Então a medida que estamos lendo já começamos atirar conclusões precipitadas com as nossas inferências e pelo conhecimento prévio que temos a cerca do assunto que achamos está tratando o texto . Foram entregues os seguintes textos:

TEXTO 01- METONÍMIA – A VINGANÇA DO ENGANADO (RAQUEL DE QUEIROZ)

TEXTO 02- O CASO DA SECRETÁRIA ( CARLOS DRUMOND)

TEXTO 03- A INSÔNIA

TEXTO 04 O CONTO FANTÁSTICO ( UM DESEJO E DOIS IRMÃOS)

TEXTO 05- O CASO DE MIGUEL (DINÂMICA PEDAGÓGICA)

INTERVALO = ( Já citado anteriormente – almoço)

2ª OFICINA:

Para realização da 2ª oficina iniciamos cantando a música de Luis Gonzaga- BAIÃO (pág.42 – TP4) e a releitura da música com o cantor Zé Ramalho.Após ouvir, foram feitas as interpretações tanto de letra como de estilo musical. Assim as equipes ficaram bem animadas e criativas para elaborar a proposta solicitada que foi a construção de um anúncio e um convite. Gêneros trabalhados na temática da música. Como também foi solicitado o planejamento de uma aula baseada na música da TP4 – pág.42 (BAIÃO).

Várias sugestões foram dadas para dinamizar essa aula inclusive o texto close.

AVALIAÇÃO DO ENCONTRO = A avaliação do encontro foi bem sugestiva. As equipes avaliaram a formação através de uma paródia . Uma releitura da música BAIÃO.Assim foi o nosso 3º encontro. Encontro esse que aconteceu recheado de novos conhecimentos e reflexões sobre tudo que ouvimos e aprendemos para a melhoria de nossas práticas e interação nas diversas atividades comunicativas. Quanto as fotos, textos, atividades dos alunos, avaliação do encontro entre outras produções escritas estarão presentes no portifólio a ser construídos.

PROFESSORA FORMADORA = JOANA D’ARC DO N. NÓBREGA LEMOS

DISCIPLINA = LÍNGUA PORTUGUESA

LOCAL DO ENCONTRO = E. E. F. ESTADO DA PARAÍBA

CARGA HORÁRIA = 8 HORAS

DATA DO ENCONTRO = 26 DE SETEMBRO DE 2009

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Relatório do Segundo Encontro de Língua Portuguesa



Penso que quando nos propomos a fazer algo é melhor procuramos tentar oferecer o melhor que pudermos.

Nessa tentativa vale ressaltar que o 2º encontro foi bastante criativo e interessante. Os professores nas oficinas participaram de forma descontraida , participativos e envolventes , pois todos estavam utilizando a mesma linguagem – a do aprender pra valer .

Porém tenho uma historinha para narrar contando o porquê do sucesso desse encontro.

Tudo começou assim .. tão logo percebi a temática do encontro o qual contemplava o gênero textual – CORDEL - cujo tema se apresenta no TP3 , unidade 09 , consequentemente as oficinas que dariam suporte ao entendimento do gênero além das leituras feitas e do seu historico , seriam as criaçoẽs de cordeis e a tecnica de isopogravura , vivenciado tão bem, na formação para professores formados em fortaleza.

Então liguei para Cida Avelino e marquei um encontro na casa dela.

lá, estudamos juntas numa tarde de sabado entrando pela noite . Discutimos vários assuntos , tirei várias duvidas inerentes ao gestor dentre elas o encontro vindouro.

Tivemos idéias maravilhosas para o desenvolvimento do encontro , inclusive tentamos montar um cronógrama obedecendo o cargo horário preestabelecida de 8 horas . Como ela já tinha vivenciado a experiência do 2ª encontro , facilita o reposse e abordagem do Genêro, Copiamos num CD vários tópicos para serem utilizando na aula como música , textos , poesia , folhas de avaliação personalizadas , calendários para anotações dos aniverssariantes , enformes sobre o historico de Cordel , do memorial do portifólio e slides. De forma que facilitou por demais o desenvolver das oficinas.

lembreu também elaborando a costrução desse encontro que não tinha o dominionem a habilidade para cordeis ou Isopogravuras. De forma que ao perceber que podria haver folhas tanto a nivel emocional , quanto ao ato de explicação como na hora do execuçã.Logo pensei em trabalhar com parcerias , assim ficaria melhor distribuido e o sabor sistematico , embasado nos dá uma apredizagem mais duradora.

Aqui na cidade do Crato interior do estado do ceará a qual tem como metoninia o cognome de '' O berço da cultura '' ou de ''princesa do cariri '' , temos a Academia Cordelista do Crato. Cuja academia é composta por pessoas ligadas as letras , as artes e a cultura. São poetas cordelistas e profissionais atuantes nas suas áreas . Foi de lá desse poço de cultura onde escolhi dois poetas para abrilhantar com os seus sabores a temática do 2º encontro . o qual foi maravilhoso , ficando assim a agenda e o cronograma para esse encontro:

Apresentações em Slides

  • Boas vindas – Foi entregue aos professores cursistas um cartãozinho com uma poesia ,e um calendario o qual tinha um docinho pendurado.


Mensagem – Atraves de um slide assistimos a uma poesia do C.Drumond chamado ''DESEJOS'' Quee alem de leitura grupal nos imocionamos com o fundo musical – Um chorinho do compositor Pixinguinho.


  • Historico do Cordel – Assistimos em slides a historidade do cordel a qual também os professores receberam xerocado.


  • Dinâmica do grupo A mesma participada na formação para Formadores. Convidei seis professores para o meio da sala. Pedi-lhes que cada um convidasse mais seis colegas. Ao virar á direita formou-se a equipe .

Apresentação de equipes

  • Oficina 01- Depois do enbasamento teórico que tivemos, as equipes se propuseram a criação de cordeis com tema livre para a costrução dos versos e estrofes a professora cordelista Anilda figueredo ensinou a todos como se fazer versos.Termos antes desconhecidos com: Mote, deixa , glosa , sextilha , rendondilha maior , rimas ricas , rimas probres , entre outras , já temos um certo dominio , A poetisa enfatizou principalmente seu gosto pelo cordel revelando diversos poetas que admira e o carinho demostrado pelos seus versos ao declamar na sala a cada intervalo de de uma explicação no quadro ou nos momentos de tirar-duvidas. Para finalizar a oficina , recitei meu cordel o qual foi feito na formação em fortaleza , cujo tema era sobre o GESTAR II. Não esqueci de mostrar-lhes a capa com a técnica da isopogravura. Todos gostaram e acharam interessante. Na ocasião a cordelista convida-me para fazer parte da academia pedindo alguns versos para analisar. Ao terminar a oficina nos dirijimos ao refeitório para tomarmos caldo com pão. A esse momento demos o nome de intervalo

  • Oficina 02- após o intervalo retornamos para sala onde ficamos encantados com o trabalho apresentado da academia Cordelista do crato , Maércio lopes . Antes de iniciarmos a técnica do xilografura , distribuição de cordeis e uma cartilha lançada por ele esse anno cujo titulo é ''

Foi um momento eriquecedor Ouvi-lo e ver muitos dos xilografuras feitas por ele muitas ainda o seu lançados , A empolgação foi geral. Abalou a gelera ! todos queriam fazer as suas apesar de estar divididos por quipes. material para realização da oficina suficiente e todos se empolgram bastante. Produziram os cordeis em grupo e realizaram a isopogravura individualmente.alguns falaram que iriam reproduzir a experiência bem direitinho com seus alunos em sala. tomara que dê certo!

  • Oficina 03 - Contemplando as unidades 11/ 12 da TP3- utilizei o texto '' A casa '' e sugeri as equipes produções escritos nos genêros adequados a contextualização como: Vender/alugar/leiloar/comprar/rouba/proupagar(Naõ houve tombamento para casa ) Cada equipe escolheu um gênero o qual foi escrito e apresentado em folha de papel madeira.

- Avaliação do dia – Bem , as avaliações foram apresentadas em grupos , em forma de cordel. Antes definalizamos o encontro entreguei a cada professor um texto xerocado contendo informes sobre o que é memorial portifólio, também acrescentei que eu estava costruindo a minha toda esperiência na formação , dentro desse processo.Portanto quero expressar a minha alegria ao realizar junto aos parceiros convidados esse encontro. O que maisme deixou feliz além do resultado quase que esperado positivamente foi a divisão dos apresentações as quaisme apresentei bem menos falando para todos. Percebo que com o posso dos encontros me sentirei mais segura quanto aos conteúdos porque eu estou interando-me com o as ideiasdo GESTOR II principalmente ou que se prefere a mudança metodolôgica para uma melhor pratica , eu sou como tambpem melhoria do processo ensino e apredizagem. Quando as fotos , cartoẽs, informações , trabalhos grupais , folha de frequência , avaliações do encontro dentro outros estaram disponiveis no portifólio e ser construido.

  • Professora formadora : Joana D'arc do N. Nóbrega Lemos

  • Disciplina: Língua Portuguesa
  • Local: Colegio Estadual Wilson Gonçalves.
  • Carga Horária: 8 Horas

  • Data do Encontro : 12 de setembro de 2009


Crato – CE, 21/09/09

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